.:. I Prefer girls.:.

14/07/2004 22:37
Oi Pessoal ... como vão?
Eu to bem melhor ... comversei com minha amada!!!!!! Disposta a se fosse preciso e osse o melhor pras 2 terminar ... mas não foi o que aconteceu ... apos conversar muito ... chegamos a conclusão que nunca foi e não é falta de amor ... viemos aqui pra minha casa nos amamos o fim de semana como a muito tempo não acontecia ....... foi ótimo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E vamos tocando a vida e fazendo o possivel que nos alcança para que ela melhore !!!! Tenho fé que ela vai ficar boa a ficaremos juntas novamente !!!!!!!!!!!
LUCIA !!!!! Eu TE AMO meu amor ... vamos passar por mais essa e seremos felizes novamente está bem !!!!!!!!!!!!!!
enviada por Entendida



08/07/2004 11:52
Oi Pessoal ...... Olha eu to nada bem ... to na fossa mesmo .... hoje eu terei uma conversa séria com a minha amada!!!!!! Vai ser difícil ... já está doendo.... vamos ver o que vai sair disso!!!!!!
Abraços pra vcs ....


enviada por Entendida



02/07/2004 01:17
Oi Turma ... entra nessa site aqui olha ....


www.obosque.net

Vcs vão gostar ... tem de tudo ... poesias, contos, informações ... vale a pena

Tá aí uma amostrinha ....
Té mais pessoal .!!!!!




Provando



Por Pefped
- Talvez esta calça lhe caia bem – diz a vendedora enquanto apresenta um jeans e sorri. Era uma calça azul-marinho sem muitos detalhes e com a cintura larga... Caminhando para o provador procuro descobrir porque ela me chama tanto a atenção. Aqueles olhos quase redondos, seus lábios cheios e vermelhos, suas maças do rosto levemente fofinhas deveriam estar talvez em alguém que eu já conheci. Além ainda, seu caminhar solto quase desengonçado e seu corpo de cobre me instigam bastante.
Há tempos que ela me olha de um jeito assim macio que chego a desconfiar que ela está dando em cima de mim; mas talvez ela seja muito atenciosa com todos os seus clientes. Às vezes ela pega na minha mão de forma tão gentil e acanhada que me faz pensar besteiras.
Às vezes ela se inclina de tal forma na minha frente, deixando – mostrando – aquilo que seu decote quase esconde. Às vezes ainda acompanha um sorriso discreto, quase constrangido que me faz ter certeza que só pode ser para me provocar.
Ela me seguia estranhamente quieta naquela noite como quem arquitetava alguma coisa. Pensei em puxar um assunto. Hesitei um momento: falar sobre o que?
- Está próximo o dia dos namorados... você já comprou o presente? Surpreendeu-me ela em meus pensamentos. Fitei-a e tirei um sorriso amarelo. Acho que ela logo entendeu.
Ela me sorriu e enfim, quase no provador, ela retoma a conversa com um assunto qualquer... abria o zíper enquanto escutava ela falar sobre uma peça de teatro que ela gostaria de assistir. A conversa passou de assunto para assunto sem se ater a nenhum.
Abri a cortina. A calça parece ter ficado boa, talvez um pouco frouxa. Corri as mãos pela cintura para medir a folga enquanto perguntava sua opinião. Ela apenas balançou a cabeça afirmativamente. Próximas a um passo ou menos – nós duas dentro do provador, fecho a cortina.
Ela colocou as mãos em minha cintura como para constatar como havia ficado. Senti seu corpo aproximar-se do meu.... Com a cortina fechada ousou a mão por minha bunda. Quis, tentei não deseja-la. Sua respiração invadia minha boca. Suas provocações passavam do limite. Espremi os olhos.
Nenhuma palavra. Beijei-a prontamente. Em seu corpo corri as mãos como se o modela-se. Infiltrei em seu pescoço meus beijos e minha boca com desejo. Roubei-lhe o fôlego e um gemido. Um momento de silêncio e expectativa... ninguém ouviu.
Você não imagina há quanto tempo lhe desejo provar – Disse-me ela em um sussurro que me surpreendeu e excitou. Ela sorria marotamente e seus lábios estavam úmidos.
Foi já no segundo botão da blusa que ela abria que surgiu a resposta: - Prove-me!
Não se demorou, mas começou devagarinho. Beijos suaves no pescoço. E foi descendo: nos seios já maduros depositou beijos já vorazes. Ia me tendo e se entregando.
Seu calor me atiçava. Sentia seu cheiro e desejava seu corpo “faça parte de mim; Como podemos esperar tanto?”
Ela se abaixou e com vigor e carinho navegou-me com as mãos. Puxo-a contra mim, ela mergulha sua língua em meu umbigo nadando-me até quase o interior. Meus dedos permeiam seus cabelos e tocam sua nuca. Ela olha para mim.
Um sorrisinho maroto me brota nos lábios e seus olhos não me reprovam, apenas pedem mais. Abro o zíper lentamente quase sem fazer barulho e sem tirar meus olhos dos seus. Ela também me sorri. Algo porém nos interrompe – uma conversa muito próxima, certamente no provador ao lado. Ela fica bastante quieta. Ficamos nos olhando uns minutos até tudo se aquietar novamente.
Pensei que aquilo ia esfriar o clima, mas parece que a tensão não pode nos tirar a libido. Suas mãos lentamente baixam minha calça descobrindo por baixo uma calcinha de algodão branca com florzinhas. Ela passou o nariz sobre a calcinha antes de dar uns beijinhos nela. Suas mãos brincaram por entre os tecidos, deslizaram por baixo e por cima percorrendo cada curva. De repente ela desce minha calcinha e me beija ardentemente.
Perco-me em seu corpo. Um mar vermelho escuro, cobre e sombras me enchem os olhos. Embriago-me interminavelmente, ininterruptamente, com cada vez mais ânsia. E às vezes, vejo o cintilar de tudo sob um cobertor de orvalho.
Sua língua me adentra e me abandona sem nunca me deixar. Minha boca entreabre-se em um gemido sufocado. Minhas mãos correm por meu corpo como que para manter meus pés no chão, atrasar a êxtase final – não posso. A sinto consumir-me com seus sentidos. Seu olfato me devora pelos meus odores e meus fluídos são levados por seu paladar. Sinto-me molhada por sua boca e por mim mesma. Meu corpo se esvoaça
...
Recomponho-me. Ela me cheira o pescoço, sussurra-me carícias. Seus braços me envolvem languidamente. Seu bafo quente tem o meu gosto, o meu corpo. Estarei nela por muito tempo.
Ela me olha assim, carinhosamente, como que pedindo um beijo. Seu lábio é macio e quente. Suas mãos contornam meu pescoço. Despejo em sua boca um beijo enquanto acaricio sua face. E depois um último beijo, leve e infantil – quase inocente.
- Tchau. Disse-me ela passando as mãos nos meus lábios. Sorrindo-me marotamente ela espia pela cortina. Sai sem dizer uma palavra.







*******************************************************************





Hey pessoal como vão?
Eu to indo ...... meio sozinha mas indo .... to aqui na minha casinha ... cuidando da minha vidinha !!!!! A Lúcia tá na casa dela ..... trando a depressão ... não tá facil pra mim nem pra ela .... to tocendo pro meu amorzão melhorar logo !!!!!!
Estou fazendo amizades ... isso é uma maravilha ... não tinha ninguém além da Lú ... agora tenho o pessoal do futebol de sábado ... do Sapho em cena ... isso me faz bem ... me ajuda a suportar a falta que a Lúcia tem me feito. Mas ela vai melhorar ... é só uma fase ... eu espero ... sei que ela ainda me ama ... vcs podem me achar uma tola ... mas é verdade ! sabemos o tamanho do nosso amor ... E eu tenho esperanças que ela vai sair dessa depressão ... temos nos falado por telefone e eu tenho ido lá na casa dela ...
Bem ... mas eu fui na parada Gay!!! Gente o que é aquilo ! Foi tudo de bom ... perfeito !! que delícia !!!! vai lá no
www.paradagls.blig.com.br e dá uma olhada no que estava rolando por lá ... não é nada profissional mas são minhas fotos ....
Um grande beijo a todas e pricipalmente para minhas novas amizades ...
Até mais .




www.obosque.com.br
enviada por Entendida



29/06/2004 22:00
Hello pessoal !! como vão ?
Vamos ver se consigo voltar a atualizar o blog né?
Então está bem pessoal !
Grande beijo .... vou contando as novidades está bem .....


enviada por Entendida



12/05/2004 11:15
Oi Turma como estão ...... ?
Bem deixa eu contar ... mudei de casa !!!!!!!!!!!!! Pois é pessoal estou morando numa casinha bem legal de 2 quartos ... eu Fly, Nero e muscat !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Todo mundo bem !!!! Continuo na Casa da cidadania com meus pimpolhos nas aulas de teatro .... a casa nova fica a uma pequena caminhadinha de 10 minutos da praia ... portantopraia praia praia ! heheheh legal ... fim de semana e no verão porque logo agora começou a esfriar !!!!!!!! heheheeheheheheheh !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ao preocupado ... agradeço os votos de boa sorte !!!!!!!!! com os piolhos principalmente heheheheheh acabei com todos a algumas semanas já !!!!foi bem fácil!!!!!! Pois é estamos aí de volta ... casinha nova vida nova !!!! Minha mulher sempre ao meu lado !!!!!
Bem ... volto logo está bem ?
até mais .

enviada por Entendida



20/04/2004 23:24
Oi Pessoal !!!!
Vcs não fazem idéia do que estou passando !!!!!!!
Gente alguém sabe o que é ter piolhos !!!!!!!!
Pessoal ... è com a maior vergonha do mundo que eu digo que achei piolho na minha cabeça !
Ai meu deus que mico a sapa piolhenta !!!!!! Que meus alunos não saibam que eu estou com esses serezinhos nojentos na minha cabeça ..... mas ... todos eles estão ... mas fica mal pra mim as crianças saberem disso ... fazer o que ? o que eu fiz ... me encontro agora de roupão (uau) com uma toalha na cabeça cheia de loçao esperando o enxague ..... bem ... estou indo ... depois digo mais sobre os piolhos e a mudança ... Grandes beijos a todos !!!!!
Julia
enviada por Entendida



18/04/2004 22:05
Oi Turma ... to aqui na encaixotação das minhas coisas .... minha mulher da patinha dodói tá na casa dela ...... :-(
MAs aí eu faço as coisas do meu jeito ... devagar com calma !!!! E ela chega quando tudo estiver arrumado ... legal não ...
gente deixa eu ir e depois a gente se fala ...
beijos .
enviada por Entendida



17/04/2004 12:38
Oi Pessoal ... acabo de chega da casa que estou alugando ....Quer dizer que eu aluguei !!!!
Me mudo no fim de semana que vem!!
Que bom né ... Meu amor tem me dado a maior força!! Ela é minha vida ... o estímulo que preciso para continuar vivendo ... continuar lutando, crescendo evoluindo!!!! Ela é tudo na minha vida !


Tá dodói mas vai ficar boazinha ... fez arte né ..... :-)
Eu amo esta mulher e sei que ela me ama demais !!!!!!!
Bem pessoal !!!!!! Estou de mudança ... mais perto da praia !!! muito legal !!!!!!!! 10 minutos de caminha estou na praia do campeche ! O máximo do máximo !!! depois e volto contando .... Mudo no próximo sábado! até lá vou escrevendo ! e depois pimba!!!!! Posto de lá mesmo !! até mais turma!!!!

Esqueci né gente tenho que apresentar nosso filhos ... esse é o Fly ... nosso Cocker spaniel de 1 ano e 5 meses


E esse vira-labrador-latas Nero de 5 meses


Não podemos esquecer do siames Muscate!

até mais pessoal!!!!!!!!!!
enviada por Entendida



16/04/2004 23:01
O preconceito é uma doença
Kristhian Kaminski e Cristina Charão*
Alunos e professores homossexuais falam sobre suas escolhas, comentam discriminação entre colegas de classe e apontam como escolas podem respeitar diferenças

Leia mais
Escolas saem do armário
"Venço preconceito com competê
O aprendizado do respeito







"Mas tu é tão bonitinha." A frase, dita em tom de lamentação por uma professora, deixou a estudante Mariane da Silva Carvalho, de 16 anos, desconcertada. Ela, que cursa o 2o ano do ensino médio no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, em Porto Alegre (RS), acabara de contar à mãe que é homossexual, e a reação não foi nada boa. A professora tomou então a iniciativa de conversar com Mariane, que decidiu desabafar. O comentário da docente, porém, deixou a jovem ainda mais decepcionada: "Como se eu não pudesse ser bonitinha e gostar de menina", comenta.

Se é consenso que a educação é a melhor forma para combater o preconceito e a discriminação, o que acontece quando a própria escola não sabe como – ou não quer – lidar com a questão? A escola avançou nos últimos anos na discussão de temas como discriminação racial, gravidez na adolescência e respeito a portadores do vírus HIV. Mas, quando se trata de homossexualidade no ambiente escolar, fica evidente que professores, orientadores e pais não estão preparados para lidar com o tema.

Conversando com os envolvidos na discussão, em particular os próprios homossexuais, observa-se que a vida real está ainda distante da realidade retratada pela recente novela Mulheres Apaixonadas, da Rede Globo, na qual duas adolescentes viviam uma história de amor perfeitamente aceita no colégio em que estudavam.

Cerca de um quarto dos estudantes ouvidos não gostaria de ter um colega de classe homossexual, constatou a mais recente e completa pesquisa sobre juventude e sexualidade, divulgada em março pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Entre os professores, a rejeição explícita à homossexualidade é bem menor, chegando a somente 2% em Porto Alegre. A rejeição dos pais, porém, caminha no sentido inverso: em Fortaleza, 48% dos entrevistados afirmaram que não gostariam que seus filhos tivessem colegas homossexuais. O levantamento da Unesco foi feito com mais de 20 mil estudantes, pais e professores (leia mais à pág. 52).

Em classe – O estudante Hamilton Jorge Nessin Menezes Júnior, 16 anos, da Escola Estadual Gustavo Barroso, em São Paulo, conta que a reação de alguns colegas e da maioria dos professores à sua condição de homossexual assumido foi positiva. A diretora da escola chegou a repreender publicamente alunos que estavam fazendo piadas sobre ele e outro colega homossexual. "Ela foi muito legal, disse que não admitia nenhum tipo de discriminação em função da orientação sexual dos alunos", lembra ele.

A reação dos pais dos colegas, porém, não foi constrangedora. "Nunca tive muito contato com os outros pais, mas, pelo que me falaram, a maioria reagiu mal quando soube. Em alguns casos, os colegas ajudaram a fazer os pais olharem pra mim de modo diferente." Também não foi fácil para os próprios pais de Hamilton, evangélicos, aceitar a opção do filho. "Eles foram acostumando", afirma o jovem.

Discriminação – Hoje com 19 anos, o ator Maicon Moreira, de Minas Gerais, sofreu com a reação dos professores. Ele lembra que chegou a ser impedido de conviver com o melhor amigo porque os professores temiam que os dois estivessem tendo algum envolvimento sexual: "Não deixavam a gente estudar junto. Sempre achavam que estávamos fazendo alguma coisa errada, mas éramos apenas amigos."

As pressões para que ele mudasse seu comportamento não pararam por aí: Moreira conta que foi encaminhado ao psicólogo do colégio apenas porque teria pintado um quadro com flores e rosas numa aula de educação artística. "Sempre tentei ser o melhor aluno da classe, para me contrapor à imagem que tinham de mim. O homossexual é sempre apontado como o ‘ruim’ na escola", lamenta. Não adiantou, e ele acabou abandonando o colégio.

O médico e professor de biologia Alberto Elias Lopes Cançado, que está desenvolvendo uma dissertação de mestrado sobre homossexualidade, na Universidade Vale do Rio Verde (MG), diz que a falta de acolhimento, os preconceitos e a violência levaram muitos homossexuais a abandonar as escolas. Segundo ele, não é possível ter um levantamento sobre esse número, que ele acredita ser bem expressivo.

A evasão nem é a pior conseqüência da discriminação. Algumas pesquisas mostram que nem sempre o jovem consegue suportar a pressão, como fez o ator mineiro. Segundo o estudo O Jovem e a Morte, realizado, em 2001, pelo Instituto Paulista de Adolescência (IPA), com estudantes de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, 7% dos suicídios cometidos por jovens e adolescentes estão relacionados a conflitos com a identidade sexual.

Se o preconceito ainda predomina, há pelo menos uma boa notícia: muita gente no Brasil está empenhada em quebrar o silêncio sobre a questão da homossexualidade na escola. ONGs de várias regiões têm conseguido, por meio de parcerias com o poder público e a iniciativa privada, levar o tema para a sala de aula. A maioria dessas iniciativas parte do princípio de que é preciso preparar o professor para lidar com o tema – não de forma impositiva, mas como um conteúdo transversal a ser abordado em qualquer disciplina, conforme previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).

Muitas pessoas têm dificuldade em tratar a homossexualidade sem preconceitos. No caso do professor, essa dificuldade tem de ser ainda mais trabalhada. "[O professor] pode vir de um ambiente de mais ou menos informação, mas vem de uma mesma matriz social, ainda muito preconceituosa", avalia a psicóloga Maria Alves de Toledo Brum, que ministra cursos e presta consultoria sobre sexualidade para escolas públicas e privadas.

A própria instituição de ensino recebe influências da comunidade na qual está inserida. "A questão religiosa tem um peso importante e acaba se refletindo na escola. Muitos professores têm dificuldade em abordar o tema sexualidade – imagine então a homossexualidade – porque estão inseridos numa comunidade muito dogmática", afirma Toni Reis, coordenador do projeto Aprendendo a Viver, de Curitiba (PR).

A falta de preparo atinge os próprios professores homossexuais. "O fato de eu ser gay não facilita abordar a questão na escola. Tenho um monte de amigos homossexuais que não estão preparados para falar disso", afirma Tiago Duque, que lecionou educação religiosa durante três anos em uma escola católica de Campinas (SP). Júlia Mendes, professora em Florianópolis (SC), conta que teve problemas com uma turma que monitorava no Sesc e que tratava o tempo todo um colega homossexual com termos pejorativos: "Não consegui lidar da maneira correta com a situação."

Júlia ministra hoje aulas para crianças de 7 a 14 anos em uma escola dentro de uma favela de Florianópolis. Ela se declarou homossexual para a família e os colegas de trabalho, mas não fala disso abertamente com os alunos, "para não ter problemas com os pais". "É uma situação delicada. Alguns podem não gostar e procurar a escola, reclamando que estamos influenciando as crianças."

Curiosamente, as boas iniciativas para inserir o tema homossexualidade nos currículos escolares têm sido apoiadas mais por órgãos como o Ministério da Saúde – e até mesmo o da Justiça – do que pelo próprio Ministério da Educação. "Em Curitiba, temos uma parceria com o Ministério da Saúde e isso faz sentido, dado o enfoque do programa. Mas percebo que alguns ministérios, em especial o da Saúde, vêm cobrindo lacunas deixadas pelo MEC", afirma Toni Reis.

O próprio MEC reconhece que não possui programas específicos nessa área. "O ministério não tem um programa próprio que fale da questão da sexualidade, mas há uma orientação dentro dos Parâmetros Curriculares Nacionais para que ela seja abordada dentro das escolas", afirma Conceição Viegas, sexóloga do Instituto de Ciências Sexológicas e Orientação Familiar, consultora do MEC para o tema. "Mas isso não acontece se os professores não têm formação para isso. Às vezes, uma pequena curiosidade do aluno torna-se um problema enorme dentro da escola."

Para Conceição, a capacitação do professor é a única forma de "impermeabilizar" a escola ao preconceito que vem da educação familiar. "Não se pode cobrar das famílias que tenham uma postura não preconceituosa. Mas da escola sim, é preciso cobrar", defende a especialista.

São poucas as instituições de ensino públicas que possuem algum projeto estruturado como o Aprendendo a Viver, de Curitiba. Ou como o projeto Educando para a Diversidade, desenvolvido na rede municipal de São Paulo. Ou ainda como o programa Todo Preconceito Deve Ser Combatido, de capacitação para coordenadores de redes municipais de Rondônia.

"O maior problema são os professores, é muito mais difícil acessá-los do que os alunos", afirma Maria Cecília Carlini Macedo, coordenadora do projeto de orientação da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. "Há escolas em que apenas um ou dois [professores] fazem parte do projeto."

Escolas privadas – Entre as instituições particulares, poucas também têm projetos estruturados, como o desenvolvido pelo Colégio Bandeirantes, de São Paulo (SP). Desde 1992, os professores são capacitados por meio de uma parceria com o Instituto Kaplan – um centro de estudos sobre sexualidade. Treinados, eles ministram aulas para os alunos do colégio sobre temas variados. O site do colégio tem um link dedicado a tirar dúvidas dos alunos sobre sexualidade.

Maria Estela Zanini, coordenadora do projeto, aponta que "existe um preconceito muito forte, principalmente dos meninos". Ela conta que, nos raros casos de homossexualidade revelados entre os alunos, a escola age para evitar que o jovem seja excluído do grupo.

Em relação aos professores homossexuais, Maria Estela garante que o procedimento é o mesmo. "Não podemos confundir a orientação sexual do professor com seu lado profissional", afirma. Ela reconhece que há uma "implicância inicial dos alunos", mas afirma que, se o professor "ganhar a sala, se for um bom profissional, logo eles deixam as brincadeiras para trás".

Para a psicóloga Maria Alves de Toledo Brum, o problema não é apenas a falta de capacidade da escola em lidar com a homossexualidade. "Muitas escolas não têm qualquer programa de educação sexual", afirma. "A escola entra no jogo do ‘deixa que eu deixo’, não assume, não compartilha um momento que os jovens vivem em relação à sexualidade."

Beto de Jesus, consultor em educação sexual que
coordenou a implantação do programa Educando para a Diversidade na rede municipal de ensino de São Paulo, resume em poucas palavras a importância de a escola estar atenta à questão: "A escola precisa ensinar, antes de tudo, o respeito à diversidade."

*Da Agência Repórter Social, com reportagem de Lígia Ligabue, em São Paulo (SP), Eliana Raffaelli, em Porto Alegre (RS), e Márcia Maria, em Belo Horizonte (MG)


O aprendizado do respeito





Multidisciplinaridade do tema faz com que escolas tratem da homossexualidade em disciplinas variadas, da biologia à religião

Pode parecer complicado à primeira vista, mas há exemplos de professores que conseguem tratar o tema homossexualidade em disciplinas pouco prováveis. Desde que o assunto não seja imposto, sempre há possibilidades de abordá-lo, defende Tiago Duque, professor que lecionou educação religiosa durante três anos num colégio católico mantido por uma congregação feminina de Campinas (SP). "Obviamente, eu não tinha liberdade para trabalhar com qualquer material que quisesse, mas sempre levei a questão de gênero e de respeito às minorias para minhas aulas", comenta.



Segundo Duque, isso não significa que os alunos eram totalmente abertos a discutir homossexualidade, mas a estratégia era esperar que eles levantassem dúvidas. "Por incrível que pareça, minha disciplina facilitava a discussão sobre sexualidade. Os alunos tinham muita curiosidade em saber coisas como o porquê de a igreja não aceitar o uso de preservativos ou o porquê de pregar a virgindade, por exemplo."



Ele, porém, defende que a abordagem sobre homossexualidade não seja direta, para não chocar pais ou alunos mais resistentes ao assunto. "Os pais que acompanham o que os filhos estão estudando são uma minoria. E essa minoria reclama muito, nem sempre por causas justas."



Filipe Stoppa, estudante de agronomia da Universidade de Brasília, integrante do Estruturação, movimento homossexual de Brasília (DF), concorda com Duque e considera que a inserção do tema é mais difícil nas escolas particulares. "Elas devem uma satisfação maior aos pais. A direção, acuada pela pressão deles, não hesitaria em demitir um professor com teses tidas como inadequadas", afirma.



Stoppa ministrou durante seis meses aulas de cidadania para alunos de baixa renda e hoje dá aulas de informática numa escola particular. A reação dos alunos, diz, nem sempre é tão acolhedora. "Alguns me repudiavam como pessoa, porém me adoravam como professor, apesar de eu ser rígido. Acho que eles começaram a me aceitar ao perceber que era impossível separar o professor do ser humano."



Em contrapartida, Duque diz que nunca foi perguntado diretamente, por outros professores, diretoras do colégio ou alunos, sobre sua orientação sexual. Ele preferiu nunca mencionar ser homossexual. "Não posso colocar a questão da homossexualidade acima de outras, impor o tema, simplesmente porque eu sou gay. Abordar a questão deve ser uma experiência natural entre alunos e professor."



Apesar da falta de preparo, na maioria das vezes a responsabilidade por abordar o tema sexualidade ou, mais especificamente a homossexualidade, recai sobre o professor. Normalmente, as escolas preferem falar da questão apenas "quando ela aparece". "A discussão sobre homossexualidade não faz parte do currículo diário. Se o tema surgir num contexto, nós discutiremos", afirma Luciana Fevorini, orientadora do ensino fundamental II, do Colégio Equipe, de São Paulo (SP). "Caso surja algum caso entre os alunos, trataremos como um namoro comum. Se esse namoro interferir no desempenho escolar, nós abrimos a discussão."



Luciana garante que a escola não tolera casos de desrespeito ou preconceito. Mesmo assim, prefere não abordar diretamente a questão da homossexualidade. "Se houver algum caso de desrespeito, vamos trabalhar com os alunos. Mas não vamos abordar a sexualidade como tema principal, por se tratar de assunto de foro íntimo do aluno."



Segundo Maria Ester Aldecoa Rosseto, assessora pedagógica do ensino médio do Colégio Arquidiocesano, de São Paulo (SP), a instituição também prefere não abordar a questão da homossexualidade diretamente. "Ela entra diluída no programa de incentivo à qualidade de vida do colégio. Não é um tema planejado, intencional." Caso algum aluno assuma que é homossexual, o colégio discute o assunto, explica ela, tomando cuidados para não constranger nem o jovem nem a comunidade. "Vamos trabalhar bem a comunidade. Os alunos demonstram muito interesse no assunto, mas são extremamente preconceituosos", afirma.







"Venço preconceito com competê





Edson Odair Soares, professor de inglês, também é conhecido como Bianca Exótica. Nas aulas que ministra, nas redes estadual e municipal de Barueri (SP), ele é chamado de "Teacher". Há 11 anos no magistério, Soares já lecionou nas cidades vizinhas de Bom Jesus de Pirapora e Santana do Parnaíba. Hoje, dá aulas a jovens e adultos de curso supletivo, durante a noite. Mas não dá aula "montada", como diz, embora todos saibam que é uma drag queen.




"É claro que sempre tem alguma piadinha", conta. "Mas é só no começo." Ele faz questão de deixar tudo "muito claro" na primeira semana de aula. "Imponho respeito. Explico que onde termina o direito deles começa o meu. Trato-os com educação e assim sou respeitada. Se você agrada a maioria, os que não gostam ficam quietos."




O professor conta que assumiu sua homossexualidade com total apoio da família: "Alguns alunos, principalmente os meninos, mexiam, mas nunca liguei. Sempre me esforcei para ser o melhor aluno e acabei conquistando o respeito de todos. No final, quem me agredia passou a ser meu amigo."




Quando terminou o colegial, Soares queria fazer faculdade de moda, mas não tinha dinheiro. Então, resolveu dar aulas. "Fui fazer uma promessa pra conseguir um emprego e, em vez de entrar numa igreja, entrei numa escola", conta. Foi lá que começou a dar aulas de filosofia e sociologia, com 18 anos, para alunos do 2o e 3o ano do ensino médio, ainda em caráter excepcional.




Com o dinheiro, foi estudar moda, mas desistiu após alguns meses e resolveu cursar letras, em 1993, e depois pedagogia, na Faculdade Hebraico-Renascença. "Ninguém, nenhum professor, reitor, ninguém falou nada. No último dia de aula, estava tendo uma palestra, fui de Bianca e adoraram. O diretor até pediu para eu fazer uma apresentação."




Foi nessa época que prestou concurso para professor de educação básica e entrou na rede estadual. "Quando comecei a dar aulas, os alunos começaram a me insultar", lembra. "Mas foi ‘viadinho’ no começo e alunos me abraçando no final do ano." Soares diz que adora dar aulas. "Compensa muito. Você se torna amigo dos alunos." Segundo ele, seu método na sala de aula é o da "amizade, respeito e normas".




"Hoje, para as crianças e os adolescentes, você não precisa falar que é gay", acredita. "Já no primeiro dia, eu falo como vai ser até o final do ano, girando em torno da palavra respeito. Eu não quero saber se aluno meu é traficante, prostituta. Da porta da escola pra dentro, ele vai ter respeito e aula de inglês."




E a relação com diretores e professores? Soares diz que sabe que eles não gostam de homossexuais, mas que é bem tratado. "Os diretores ficam felizes quando vou pra uma escola", afirma. "Como faz 11 anos que leciono, já dei aula para pessoas que hoje são médicos, veterinários, e ainda me chamam de Teacher."




A convivência com pais de alunos sempre foi ótima, afirma Soares. "A TV ajuda muito a desmitificar a homossexualidade", diz. Mas, segundo ele, alguns pais ainda o olham "torto, eu me dou melhor com as mães".




Sai de cena Soares, entra Bianca Exótica."Faço muitas apresentações na noite. Em lugares fechados, para amigos, em clubes", conta. Ela diz que alguns alunos já a viram "montada" e adoraram."Volto de madrugada para casa, durmo e vou dar aula todos os dias até 23h."








Bianca – que já foi também Boneca Bianca e Bianca Byton – já fez campanha para a marca de jeans Diesel, ponta no filme Carandiru e participou de alguns filmes do festival Mix Brasil (evento paulistano voltado para o público GLS). Ganhou, em 2003, o prêmio Personalidades da Noite, do site Mix Brasil. Tudo isso enquanto dava 54 aulas por semana em Barueri.




Uma vez, quando saiu uma foto de Bianca na revista Jovem Pan, Soares acreditou que os alunos não teriam acesso. "Quando cheguei ao colégio, tinha umas 15 [revistas] no pátio", recorda. "Fiquei branca." Soares conta que, depois disso, a primeira aula foi meio difícil, mas, no final, "ficou tudo bem". "[Os alunos] ficam felizes por saber que estou indo bem. E ficaram orgulhosos em ter um professor famoso. Venço preconceito com competência."






Escolas saem do armário




Alberto Elias Lopes Cançado, médico e professor de biologia, coloca a dificuldade das escolas em tratar do tema homossexualidade. "Desde que eu freqüentava a escola, sentia falta dessa discussão. Mas, como era adolescente e homossexual, não conseguia colocar meus pontos de vista", afirma.




Em sua dissertação de mestrado na Universidade Vale do Rio Verde (Unincor), em Belo Horizonte (MG), Cançado discute as contribuições que a escola pode dar para melhor acolher os alunos homossexuais. Para ele, sequer as disciplinas mais diretamente relacionadas, como biologia, por exemplo, conseguem dar respostas consistentes às dúvidas que os alunos têm sobre sexualidade.




A idéia da dissertação surgiu da constatação de que a maioria de seus colegas professores preferia simplesmente desconsiderar a questão da orientação sexual. "Existe dificuldade para professores, tanto heterossexuais como homossexuais, lidarem com a questão", afirma. Para o professor, as escolas também não estão preparadas para lidar com as famílias. "Se um pai chegar à escola e disser: ‘Estou percebendo em meu filho uma tendência homossexual’, que resposta a escola dará?"








Na imprensa – O estudante de jornalismo Josean Rego, de 28 anos, também decidiu investigar, em Roraima, a abordagem do tema homossexualidade, mas pela imprensa, em seu blog (www.cartaqueer.blogger.com.br). Ele conta que uma colega, ao saber do tema de sua monografia, indagou de forma agressiva se ele era homossexual. "Acho que as pessoas têm um certo receio do desconhecido, porque depois que confirmei ela passou a me tratar bem."





enviada por Entendida



16/04/2004 22:58
Oi Turma ! depois de um tempo sem postar aqui estou eu !
Estou bem ... Fui passa a áscoa na casa da minha mãe em Itupeva ... pertinho de sampa (30minutos) Foi muito legal !!!!!!! Pena que a Lúcia não pode ir ... sofreu uma cirurgia na mão ... foi fazer arte se achucou ... estava desaparafusando um aparelho com uma faca e a enterrou na mão ... depois de 2 semanas de recuperação dos pontos o médico chegou a conclusão que teria qu operar resultado da obra!... 80% do nervo digital rompido!!! mas agora ela está melhor ... voltando ao assunto ... fui para casa da minha foi ótimo andei a cavalo e até de caiake ... fotos só consegui do caiake ... do cavalo fica pra próxima !!!!!!!!!!!!! Heheheheh
Bem pessoal espero que estejam todos bem e atrazado Uma feliz páscoa pra todo mundo !!!






enviada por Entendida



31/03/2004 18:56
Sappho em Cena chegando na frente



A SAPPHO EM CENA de abril exibirá o primeiro episódio da série americana

THE L WORD

(The L Word, EUA, 2004, 96 min, dir. Rose Troche)

Inédita no Brasil, a série de TV estreou nos Estados Unidos em Janeiro deste ano, retratando um grupo de amigas lésbicas, suas aventuras e seus amores.

Jenny é uma talentosa escritora que chega a Los Angeles para começar sua “vida adulta” junto com seu noivo Tim. Suas vizinhas são Bette e Tina, juntas há 7 anos e tratando de encontrar o doador de esperma perfeito para começar uma família e dar uma nova direção ao relacionamento. A rede de amigas das duas inclui Shane, a conquistadora de corações; Dana, a jogadora de tênis profissional, ainda não assumida; a jornalista bissexual Alice; e a meia-irmã de Bette, Kit, música e que está se recuperando do alcolismo.

Neste episódio, Jenny vê seus planos para o futuro balançarem quando recebe uma cantada de Marina, a bonita e bem resolvida dona de um café, em uma festa na casa de Bette e Tina. Confusa e tratando de negar o que sente, Jenny começa a questionar sua orientação sexual e seu amor por Tim. A sua atração por Marina é forte e irresistível.Enquanto isso, Bette e Tina, surpresas com a dificuldade de encontrar um doador de esperma adequado, tentam seduzir um jovem e atraente artista na noite em que Tina está ovulando. A tentativa de sedução falha, mas serve reacender a paixão que sentem uma pela outra.





Quinta-feira, 01 de abril

20h

Sala Multimídia – CIC Centro Integrado de Cultura

Florianópolis

Entrada Franca



A Sappho em Cena tem por objetivo criar um espaço cultural que privilegie a arte e a cinematografia lésbica, além de promover a troca de idéias/socialização entre mulheres que amam mulheres. Acontece toda primeira quinta-feira do mês, promovida pela Belvedere Cultural e Movimento Cultural Produções, com o apoio da Labris – primeiro site brasileiro dirigido ao público lésbico - e by Gani Arte em ímãs.



Informações: (48) 3892431, com Christiane, ou (48) 91021280, com Danielle.


enviada por Entendida



30/03/2004 19:20
Oi Pessoal ... tudo bem ? Nossa quanto tempo não é? Pois é .... to ttrabalhando para a prefeitura ... dando aula num projeto pra tirar criançar da rua .... Fora do horário da aula ele estão lá recebndo alimentação, orientação educacional e oficinas de capoeira, teatro, educção física, dança!!!! Pois é barra pesada ... favelão mas é muito empolgante e reconpensante!!!! A satisfação de vê-los na aula e produzindo algo é maravilhoso! Muito bom ! Bem ... eu a Lúcia estamos bem agora ... mas não estivemos muito bem por algum tempo .... tudo foi muito bem conversado e resolvido ! Ai gente doeu muito viu ... ver ela mudar de comportamento ficar estranha e até me evitar ... muito ruim ... depois ela veio me dizer que tinha se envolvido por um tempo ... coisa de dias... com uma colega de grupo de terapia ... ai que dor gente !!! foi terrível ... e eu não consegui largar dela por causa disso ... gente eu já sabia que ela tinha aprontado ... mas ela vei me falar e queria conversar sobre isso ! Podem me chamar de Corna MAnsa mas eu perdoei ... não sei como mas eu perdoei! O que vcs me dizem disso? Bem é isso olha nós aí na praia !



O que vcs me dizem ? às vezes me sinto mal ... e as vezes eu sinto que não foi a pior coisa do mundo !!!!!!!!
Bem pessoal um grande beijo pra vcs e estou de volta !
enviada por Entendida



28/03/2004 09:22
Oi Pessoal !! Acho que estou de volta !!!!!!!
Um grande beijo para vcs ... não percam os próximos posts ...
Até mais .
enviada por Entendida



06/12/2003 17:15
Oi Meninas e meninos ...
Hoje gostaria de escrever sobre O livro de Ruth
Não sei se alguém conhece a passagem da bíblia, o Livro de ruth ... é bem
curtinho e muito bonito e hoje em dia usado ... pasmem como ícone gay da
bíblia ...
deixe-me explicar melhor.
Rute e Noemi


"Rute evidentemente ama Noemi e assume um compromisso com ela por toda vida
quando diz

Nâo insistas comigo para que eu te deixe,
E me vá longe de ti:
Aonde fores eu irei
Aonde habitares eu Habitarei
O Teu povo é o meu povo, o teu deus meu deus.
Na terra que morreres quero também eu morrer:
E aí ser sepultada
O Senhor trate-me com todo o rigor,
se outra coisa a não ser a morte me separar de ti!

(Rute,
1:16-17)

Quando essas palavras são lidas atravéz da lente da experiencia lésbica,
elas apontam para algo maior que um relacionamento de lealdade e obrigação
entre duas mulheres Essa história de amizade feminina ressoa poderosamente
em Judias lésbicas á procura de de modelos de papéis a representar. Rute e
noemi mantem um compromisso assumido que que cruza fronteiras da Idade, da
nacionalidade e da religião.
Rute assumi com Noemi o compromisso de permanecer com ela até que a morte as
separe. Lésbicas escutam na promessa de Rute um prenuncio do compromisso que
que podem agora, nas sociedades oci8dentais modernas, assumir uma com a
outra, de serem companheiras por toda a vida. Atualmente numerosas numerosas
judias lésbicas vivem em relacionamentos assumidos que são marcados por
cerimonias públicas. Não é de surpreender que a promessa que rute fez a
Noemi tenha sido incorporada a Rituais lésbicos como voto que um casal
assume entre si." (como pão num prato sagrado, Rebecca Alpert, pag 65/66 ed.
Record)


"(RT 1:16) "Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e
deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que
pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;

Embora utilizado em algumas cerimônias de casamento
heterossexual em países como Estados Unidos e outros da Europa durante anos,
este é um voto de fidelidade entre duas mulheres. Quando seus maridos morrem
em batalha, Ruth faz este voto a Naomi (ou Noemi), sua sogra. Ruth se casa
com Boaz, um parente íntimo do marido de Naomi, redime o lugar da sogra em
sua própria família e também dá à luz uma criança para Naomi. Ruth e Naomi
teriam tido uma relação homossexual? Não há nenhum modo para saber, mas está
claro as duas mulheres tiveram uma relação duradoura e apaixonada, num certo
sentido. Para compreender a profundidade deste episódio, é interessante ler
todo o Livro de Ruth, formado por 04 capítulos. " http://homossexualidade
sites.uol.com.br/ruth.htm

Rute 1

EM BUSCA DA SOBREVIVÊNCIA
1. No tempo em que os juízes governavam, houve um período de fome no país.
Por isso, um homem de Belém de Judá emigrou para os Campos de Moab, com a
mulher e os dois filhos. "
2. O homem se chamava Elimelec, a mulher Noemi, e os dois filhos Maalon e
Quelion. Eram do vale de Éfrata, de Belém de Judá. Chegaram aos Campos de
Moab e aí ficaram morando.
3. Elimelec, marido de Noemi, morreu. E ela ficou só com os dois filhos.
4. Estes se casaram com moças moabitas; um se casou com Orfa e o outro com
Rute. E aí ficaram por uns dez anos.
5. Maalon e Quelion morreram. Noemi ficou sozinha, sem os dois filhos e sem
o marido.

COMPROMETER-SE COM OS POBRES
6. Noemi resolveu voltar dos Campos de Moab, junto com as duas noras, pois
ficou sabendo que Javé tinha abençoado seu povo, dando-lhe pão.
7. Ela com as noras saiu do lugar onde tinha morado e se pôs a caminho para
voltar à terra de Judá.
8. No caminho, Noemi perguntou às noras: "Por que vocês não voltam para a
casa de sua mãe? Que Javé trate vocês com a mesma bondade que vocês tiveram
com meus filhos e comigo.
9. Javé faça cada uma de vocês encontrar marido e viver feliz". Noemi beijou
as noras e elas começaram a chorar alto, dizendo:
10. "De jeito nenhum! Nós vamos com você para o seu povo".
11. Noemi insistiu: "Voltem, minhas filhas. Por que vocês querem ir comigo?
Vão ficar esperando que eu tenha mais filhos para se casar com eles?
12. Voltem, minhas filhas, porque eu estou velha demais para me casar outra
vez. Mesmo que eu tivesse esperança, me casasse esta noite, e tivesse filhos

13. será que vocês deixariam de casar, esperando os meninos crescer? Não,
minhas filhas! Minha sorte é mais amarga que a sorte de vocês, porque a mão
de Javé está contra mim".
14. Elas começaram de novo a chorar. Depois, Orfa se despediu da sogra e
voltou para seu povo. Rute, porém, ficou com Noemi.
15. Então Noemi lhe disse: "Veja: sua cunhada voltou para o seu povo e o seu
deus. Volte você também com ela".
16. Rute respondeu: "Não insista comigo. Não vou voltar, nem vou deixar você
Aonde você for, eu também irei. Onde você viver, eu também viverei. Seu
povo será o meu povo, e seu Deus será o meu Deus.
17. Onde você morrer, eu também morrerei e serei sepultada. Somente a morte
nos poderá separar. Se eu fizer o contrário, que Javé me castigue!"
18. Noemi viu que Rute estava decidida a ir com ela, e não insistiu mais.
19. Puseram-se a caminho e chegaram a Belém. Logo que entraram na cidade,
todo mundo se alvoroçou, e as mulheres comentavam: "Não é a Noemi?"
20. Mas Noemi corrigia: "Não me chamem de Noemi. Me chamem de Mara, porque o
Todo-poderoso me encheu de amargura.
21. Parti com as mãos cheias, e Javé me traz de volta de mãos vazias! Não me
chamem de Noemi, porque Javé está contra mim e o Todo-poderoso me tornou
infeliz".
22. Foi assim que Noemi voltou dos Campos de Moab, junto com sua nora Rute,
a moabita. Chegaram a Belém quando estava começando a colheita da cevada.

Rute 2

LUTAR PELOS PRÓPRIOS DIREITOS
1. Noemi tinha um parente, por parte do marido. Era uma pessoa importante do
clã de Elimelec, e se chamava Booz.
2. Rute, a moabita, disse a Noemi: "Deixe-me ir ao campo onde estão colhendo
cevada. Se alguém me deixar, irei atrás dele catando umas espigas". Noemi
concordou: "Pode ir, minha filha".
3. E Rute foi ao campo catar o restolho das espigas, atrás dos cortadores. E
por acaso foi parar num dos campos de Booz, do clã de Elimelec.
4. Nesse momento, Booz estava chegando de Belém e cumprimentava os
cortadores: "Javé esteja com vocês". Eles responderam: "Javé o abençoe".
5. Então Booz perguntou ao capataz: "Quem é aquela moça?"
6. O capataz respondeu: "É uma moabita, que voltou com Noemi dos Campos de
Moab,
7. e me pediu para catar o restolho das espigas. Ela chegou de manhã e está
de pé até agora, sem parar um só momento".

PROVOCAR FRATERNIDADE E PARTILHA
8. Então Booz disse a Rute: "Escute, minha filha. Não vá catar espigas em
outro campo. Não se afaste daqui. Fique com minhas empregadas.
9. Observe o terreno que os homens estão ceifando e vá atrás deles. Ordenei
aos meus empregados que não incomodem você. Quando estiver com sede, pode ir
até as bilhas e beber a água que os empregados tiverem trazido".
10. Então Rute se prostrou com o rosto no chão e perguntou a Booz: "Por que
o senhor está sendo tão bom comigo? Por que está dando tanta atenção para
mim? Eu sou uma estrangeira!"
11. Booz respondeu: "Fiquei sabendo de tudo o que você fez por sua sogra,
depois que você perdeu o marido. Você deixou pai e mãe, abandonou sua terra
natal e veio viver no meio de um povo que você não conhecia.
12. Javé lhe pague o que você fez. Que você receba uma grande recompensa de
Javé, Deus de Israel, pois foi debaixo das asas dele que você veio buscar
abrigo".
13. Rute disse: "Que eu mereça o favor que o senhor está fazendo por mim. O
senhor me tranqüilizou e me falou ao coração, embora eu não seja nem mesmo
sua empregada".
14. Na hora de comer, Booz chamou Rute: "Venha cá. Coma do nosso pão e molhe
o pão no caldo". Rute se sentou ao lado dos cortadores, e Booz ofereceu para
ela espigas assadas. Ainda sobrou depois que Rute comeu e ficou satisfeita.

ANTEVENDO A PLENA LIBERTAÇÃO
15. Quando Rute se levantou para continuar a cata de restolhos, Booz ordenou
aos empregados: "Deixem essa moça catar espigas também entre os feixes, e
não a incomodem.
16. Deixem também cair algumas espigas dos feixes e não fiquem bravos quando
ela as recolher".
17. E Rute catou espigas no campo até a tarde. Depois bateu as espigas que
tinha recolhido. Deu quase quarenta e cinco quilos.
18. Rute carregou e voltou para a cidade. E sua sogra viu o que ela havia
recolhido. Rute deu também para a sogra algumas espigas assadas que tinham
sobrado do almoço.
19. A sogra perguntou: "Onde você catou essas espigas? Onde você trabalhou
hoje? Bendito seja quem se interessou por você". Rute contou à sogra com
quem havia trabalhado, e disse: "O dono do campo onde trabalhei se chama
Booz".
20. Noemi disse à nora: "Que ele seja abençoado por Javé, que não deixa de
ter misericórdia pelos vivos e pelos mortos". E continuou: "Esse homem é
nosso parente próximo, é um dos que têm o direito de resgate sobre nós".
21. Rute, a moabita, disse: "Ele também me falou para ficar com os
empregados até que terminem toda a colheita".
22. Noemi disse à sua nora Rute: "Minha filha, é bom que você esteja com as
empregadas dele. Em outro campo você poderia ser maltratada".
23. Então Rute continuou com as empregadas de Booz, recolhendo espigas até o
fim da colheita da cevada e do trigo. Depois ficou morando com a sogra.

Rute 3

É PRECISO PLANEJAR
1. Noemi disse a Rute: "Minha filha, tenho que procurar para você uma
situação melhor, para que se sinta feliz.
2. Acontece que Booz é nosso parente e você esteve trabalhando com as
empregadas dele. Esta noite ele vai bater a cevada no terreiro.
3. Faça o seguinte: tome banho, perfume-se, vista seu manto e vá ao terreiro
Não deixe que ele veja você, antes que tenha acabado de comer e beber.
4. Quando ele for dormir, olhe bem onde ele se deita. Depois vá, tire a
coberta dos pés dele e deite-se. Ele dirá o que você deve fazer".
5. Rute respondeu: "Vou fazer tudo o que você está me dizendo".
6. Rute foi para o terreiro e fez tudo o que a sogra havia mandado.
7. Booz comeu, bebeu, ficou alegre e depois foi deitar-se ao lado de um
monte de cevada. Então Rute chegou de mansinho, tirou a coberta dos pés dele
e se deitou.
8. No meio da noite, Booz acordou de repente, sentou-se, e viu a mulher
deitada a seus pés.

COMO REIVINDICAR OS PRÓPRIOS DIREITOS
9. Booz perguntou: "Quem é você?" Ela respondeu: "Sou Rute, sua serva.
Estenda seu manto sobre mim, porque você tem o direito de resgate".
10. Booz disse: "Deus abençoe você, minha filha. Este seu novo ato de amor é
maior do que o primeiro, porque você não procurou jovens, sejam pobres ou
ricos.
11. Não tenha medo, minha filha. Vou fazer tudo o que você está dizendo.
Todo mundo na cidade sabe que você é mulher de valor.
12. Sei que tenho o direito de resgate, mas há outro parente mais próximo
que eu.
13. Passe a noite aqui. Amanhã cedo vamos procurar o outro. Se ele quiser
resgatar você, deixe que ele resgate. Se ele não quiser resgatar você, então
eu usarei o meu direito de resgate. Juro por Javé. Fique deitada aqui até o
amanhecer".
14. Rute ficou dormindo aos pés de Booz até o amanhecer, e se levantou
quando ainda não dava para uma pessoa reconhecer a outra, pois Booz não
queria que ninguém soubesse que ela tinha ido ao terreiro.
15. Booz então lhe disse: "Abra o manto e o segure". Rute segurou o manto e
Booz o encheu com uns vinte quilos de cevada. Depois lhe ajudou a colocar
nos ombros, e Rute voltou para a cidade.
16. Quando chegou em casa, a sogra lhe perguntou: "Como é que foi, minha
filha?" Rute contou tudo o que Booz tinha feito por ela,
17. e acrescentou: "Ele me deu estes vinte quilos de cevada, pois achou que
eu não devia voltar para você de mãos vazias".
18. Noemi lhe disse: "Fique tranqüila, minha filha. Você vai ver como isso
tudo vai terminar bem: estou certa de que esse homem não vai descansar.
Garanto que hoje mesmo ele vai resolver a questão".

Rute 4

É PRECISO MUDAR A LEI
1. Booz foi à porta da cidade e aí sentou-se. Quando passou o parente do
qual tinha falado, Booz o chamou: "Ei, fulano, venha sentar-se aqui". O
homem se aproximou e sentou-se.
2. Booz convidou dez anciãos da cidade, e lhes disse: "Sentem-se aqui".
Todos se assentaram.
3. Então Booz disse ao homem que tinha o direito de resgate: "Escute! Noemi,
que voltou dos Campos de Moab, está querendo vender o terreno que pertencia
ao nosso irmão Elimelec.
4. Estou informando você, para ver se está interessado na compra. O povo que
está aqui e os anciãos vão ser testemunhas. Se você quiser resgatar o
terreno, pode resgatar. Se não quiser resgatar, declare isso para mim, pois
além de nós não há mais ninguém com direito de resgatar o terreno. O direito
cabe primeiro a você e depois a mim". O homem respondeu: "Muito bem. Aceito
resgatar".
5. Então Booz acrescentou: "Tem outra coisa: comprando o terreno de Noemi,
você estará adquirindo também Rute, a moabita, mulher do falecido. Desse
modo, a herança do falecido continuará com o nome dele".
6. Então o homem que tinha o direito ao resgate disse: "Não posso fazer isso
porque eu acabaria prejudicando meus herdeiros. Entrego o meu direito para
você. Pode resgatar você o terreno, porque isso eu não posso fazer".
7. Antigamente, quando se faziam resgates ou trocas em Israel, havia este
costume: para dizer que o negócio estava garantido, a pessoa tirava a
sandália e a entregava ao parceiro. Era assim que se fechava um negócio em
Israel.
8. Foi o que fez aquele que tinha o direito de resgate. Ele disse a Booz:
Resgate você o terreno". E lhe entregou a sandália.

A JUSTIÇA PRODUZ ESPERANÇA
9. Então Booz disse aos anciãos e ao povo: "Vocês hoje são testemunhas de
que eu estou comprando de Noemi tudo o que pertencia a Elimelec, a Quelion e
a Maalon.
10. Ao mesmo tempo, estou adquirindo como esposa a moabita Rute, viúva de
Maalon, a fim de conservar o nome do falecido na herança dele, e para que o
nome do falecido não desapareça do meio de seus irmãos nem da porta de sua
cidade. Vocês são testemunhas?"
11. Todos os que estavam aí presentes, na porta da cidade, junto com os
anciãos, responderam: "Nós somos testemunhas. Que Javé torne essa mulher,
agora entrando em sua casa, como Raquel e Lia, que formaram a casa de Israel
Quanto a você, Booz, seja poderoso em Éfrata e tenha fama em Belém.
12. E pelos filhos que Javé vai dar a você, por meio dessa moça, que a sua
casa seja como a casa de Farés, que Tamar deu à luz para Judá".

A ESPERANÇA TRAZ VIDA
13. Booz se casou com Rute. E ela se tornou sua esposa. Booz teve relações
com ela, e Javé deu a Rute a graça de engravidar, e ela deu à luz um filho.
14. As mulheres diziam a Noemi. "Javé seja bendito! Ele não deixou que hoje
faltasse para você um resgatador. O nome dele se tornará famoso em Israel.
15. Ele será para você um consolador e um apoio na velhice, pois quem o
gerou é sua nora. Ela ama você, e é melhor para você do que sete filhos".
16. Noemi pegou o menino, o pôs no colo e foi para ele uma verdadeira mãe de
criação.
17. As vizinhas deram um nome ao menino, dizendo: "Nasceu um filho para Noemi". E lhe deram o nome de Obed. Obed foi o pai de Jessé. E Jessé foi o pai de Davi.

Bem, pessoal toda a mensagem anterior foi porque eu acabo de assistir "Tomates Verdes Fritos"
Ruth envia a Idge, na ocasião do falecimento da sua mãe, uma mensagem com o Livro de Rute dizendo que queria terminar o casamento e ir viver com ela.
Um filme emocionante

TOMATES VERDES FRITOS

Título original: Fried green tomatoes at the Whistle Stop Cafe

Direção: Jon Avnet

Carente e entediada com a vida que levava, Evelyn Couch (Kathy Bates) conhece, por acaso, em um lar para idosos, Ninny (Jéssica Tandy), uma simpática senhora, cheia de histórias para contar. Ninny, envolvente e carismática, conta-lhe sobre a bela amizade ocorrida no início dos anos trinta, no Alabama, entre Idgie Threadgoode (Mary Stuart Masterson) e Ruth Jamison (Mary-Louise Parker).

Elas (Idgie e Ruth) haviam se aproximado inicialmente em virtude do namoro entre Ruth e Buddy, o irmão mais velho de Idgie, adorado por esta. A morte trágica de Buddy em um acidente causa profunda tristeza em Idgie que, revoltada, afasta-se de todos, inclusive de Ruth.

Anos depois, Ruth consegue reaproximar-se de Idgie com persistência e doçura. Mesmo extremamente diferentes, Ruth e Idgie desenvolvem um amizade profunda, capaz resistir ao tempo, às dificuldades e, até mesmo, à morte.

Ninny, uma excelente contadora de história, narra o drama vivido pelas amigas Idgie e Ruth um pouco a cada dia em que é visitada por Evelyn. A força de Ruth e a coragem de Idgie acabam tocando o coração de Evelyn que descobre em si mesma virtudes suficientes para mudar sua realidade. O marasmo e o conformismo de outros tempos são definitivamente abandonados pela disposição sincera de alcançar, por si mesma, a felicidade.

A amizade de Ninny e Evelyn e a de Idgie e Ruth são exemplos de que nossos atos e palavras podem influenciar os outros, mas os únicos efetivamente responsáveis pelo nosso destino somos nós mesmos. Saber lidar com as perdas/afastamentos e continuar vivendo com dignidade e resignação; saber partir e saber realizar nossos verdadeiros desejos, eis aí as maiores lições que esse belo filme nos deixa.

De quebra, ainda, há a questão do preconceito racial - intenso naquela região na época retratada - e o velho dilema do 'saber envelhecer'.

Se você é do tipo - como eu - que chora até em propaganda de margarina, prepare a caixa de lenços e assista. É emoção na certa.




enviada por Entendida



28/11/2003 11:05
Oi Pessoal !!!!!
Quanto tempo não é?
Pois é ..... eu já faz um tempo que não posto nadinha .....
To meio sem tempo e sem motivação ... Nunca mais teve um comments no meu blog... vou passear pelos outros blogs ... todos desatualizados ... acho que o pessoal tá meio ocupado ... vamos ver .... eu to aqui ... mesmo que emore um pouco para novos posts ....
Estou super bem com meu amor .... estamos ótimas !!!!! Cada vez melhor.....
Agora vai começar a temporada de férias e o bicho vai pegar lá no sesc ... Bastante gente .... vai ter trabalho aos montes !!! :-)
Mas tudo bem eu adoro trabalhar ......
Bem pessoal fico por aqui ... beijos ....
enviada por Entendida



09/11/2003 19:40
Balada para Meninas Perdidas
Vange Leonel lança romance de garotas. Leia entrevista e trechos do livro

Por Marcelo Cia
Fotos: Luciana de Francesco/ divulgação
30/10/2003

Colunista, cantora e compositora, dramaturga, cronista e escritora. Vange Leonel, 40 anos, chega a seu terceiro livro, agora um romance.

Nele são narradas as aventuras românticas-sexuais-dramáticas de duas garotas lésbicas que se jogam pencas na noite. Elas freqüentam o clube Neverland - em alusão à Terra do Nunca de Peter Pan - cenário de grande parte das cenas. Ali elas "caçam", conhecem outras garotas, se divertem. Até que surge uma terceira personagem, uma mulher de 40 anos disposta a recuperar - ou revitalizar - sua juventude. Tudo numa clara alusão à história de Peter Pan. Para Vange "o mito da eterna juvetude sempre esteve ligado aos homossexuais".

Vange trata com propriedade de temas comuns ao universo lésbico: rebuceteio, lesbian-drama, tendência a paixões fulminantes e detalhes do ato sexual entre garotas. "Após anos convivendo com garotas de toda espécie, freqüentando clubes e boates, quis fazer uma ficção sobre a noite lésbica, com muito humor e algum lirismo. Há um pouco de aventura, ciúme, brigas, intrigas e, naturalmente, sexo", diz a autora. Mas o livro está longe de ser restrito às garotas que amam garotas, "no fundo, o livro fala da perseguição do amor, da procura pelo amor, e essa é uma questão universal", finaliza.

Mix Brasil - O livro possui três personagens centrais. Uma delas é madura (40 anos, sua idade) mas não acha que envelheceu. Ela é inspirada em alguém ou possui traços auto-biográficos?
Vange - Essa personagem, que chamo de "a garota do Ray-ban", vai para a balada depois de muito tempo que ficou reclusa, fechada em casa. Ela acaba encontrando um clube chamado "Neverland", recém-inaugurado, e que se torna o local preferido das meninas do livro. De auto-biográfico, esta personagem só tem a minha idade e um pouco da minha tendência à reclusão.
Na verdade, a grande inspiração para o livro foi a fábula de Peter Pan. O texto está repleto de referências a este conto de fadas, a começar pelo nome do clube: Neverland. Em Neverland, a garota do Ray-ban encontra todas as outras personagens do livro, entre elas Lelê, inspirada em Peter Pan (uma garota aventureira que não consegue ser fiel às suas namoradas) e Belzinha (uma garota bem pequenininha e esperta), inspirada em Sininho. Há também uma personagem inspirada em Wendy, mas não posso falar mais sobre ela para não estragar as surpresas do livro, que são muitas.

Mix Brasil - Você deixou um pouco a balada de lado, mas fez um livro com foco na noite. Porque?
Vange - Eu realmente não sou nada baladeira, mas já tive minhas fases. Frequentei a noite gay e lésbica durante os primeiros anos da década de 80 e no ano passado me joguei na balada porque bateu uma certa saudade da noite, o que foi ótimo, pois acabei me inspirando e fazendo uma espécie de "laboratório" para escrever o livro.

Mix Brasil - Lembro de ter lhe visto numa noite no "Chá com Bolachas" (festa que rolava no Terra Café, em São Paulo), era uma terça-feira e no dia seguinte você mandou a coluna sobre essa noite. Uma de suas personagens é a Barbie, que é apelido da promoter desta noite. Eu achava essa festa incrível por unir bolachas modernas e divertidas, parecidas com as personagens de seu livro. A festa serviu de apoio à pesquisa em seu livro?
Vange - As noites do Chá com Bolachas me inspiraram bastante para escrever o livro. Eu e a Cilmara presenciamos o surgimento da idéia do Chá com Bolachas numa noite no Terra Café, quando conversávamos com a Barbie da Silva e a Vertiginosa (as promoters do Chá). Eu adoro o som da Barbie da Silva, mas a personagem Barbie não foi inspirada nela - eu só peguei o nome emprestado. Na verdade, todas as meninas no livro têm nome de boneca. É uma coisa conceitual mesmo, porque digo que as meninas perdidas se recusam a crescer, e por isso o nomes de bonecas: Suzy, Emília, Barbie, etc.

Mix Brasil - Você escreve aqui no Mix, tem coluna na Folha, peça (As Sereias de Rive Gauche), um livro de crônicas e agora esse romance. Por tudo isso, acredita ser a "voz" lésbica no Brasil?
Vange - Espero que não, pelo bem das lésbicas brasileiras (risos). Acho que temos que alcançar um estado de coisas em que haja uma polifonia de vozes. Ter uma voz só falando por todos não é uma coisa boa, e não quero esse papel para mim. O que acontece é que eu insisto nesse tema por uma questão de gosto mesmo. Entrei para o LF (grupo Lésbico-Feminista) em 1981, quando tinha 17 anos, porque as questões gay e feminista me atraíam muito. Desde então, devoro livros sobre o assunto e, a partir de 97, assinando uma coluna na Sui Generis, passei também a escrever sobre homossexualidade, sem perder jamais a minha verve feminista.

Mix Brasil - Você saiu do armário publicamente no auge de sua carreira de cantora e compositora. Teve medo? Acha que valeu a pena?
Vange - Super valeu a pena! É claro que tive um certo receio porque as pessoas sempre me diziam que eu iria perder meu público. O mais engraçado é que acabei me afastando da música por outras questões, que não tinham nada a ver com a minha saída do armário. Eu nunca gostei muito de fazer shows e sair em turnê porque sou uma pessoa muito reservada e quieta. Assim, descobri que a atividade de escritora, mais reclusa, combinava muito mais com o meu temperamento, e isso me deu uma enorme sensação de liberdade. Essa descoberta, junto com minha saída do armário, me fizeram muito bem. Mas nunca deixei de cantar e compor: minha dose ideal é fazer um show por ano, geralmente acompanhada só de piano.

Mix Brasil - Você trás no livro questões muitos restritas do universo homossexual, como "rebuceteio" e chega a narrar cenas de sexo entre meninas. O livro é portanto escrito para meninas que amam meninas?
Vange - Acho que o livro traz questões bem específicas do universo lésbico, mas penso que ele funciona também para o público em geral. Alguns amigos heterossexuais (homens e mulheres) que leram o livro se identificaram com várias situações. No fundo, o livro fala da perseguição do amor, da procura pelo amor, e essa é uma questão universal. As duas personagens principais, Lelê e Belzinha, representam duas pulsões contraditórias dentro de nós: Lelê tem uma vontade irresistível de variar de parceiras, ao mesmo tempo em que espera, um dia, encontrar uma garota com quem vai se casar definitivamente; e Belzinha é aquela que prefere nem ir atrás das garotas pra não se desiludir nem se ferir.
Mas fiz questão de escrever cenas de sexo explícito entre garotas e chego a usar até 3 páginas para descrever uma única transa. Outras características clássicas do amor entre garotas também estão presentes: a tendência das meninas para se casar, o rebuceteio, as triangulações amorosas, o lesbian drama quando se separam e etc.

Mix Brasil - Como você reage às críticas às suas opiniões contidas nas colunas e nos livros?
Vange - Procuro sempre ter bom-humor. Quando uma leitora do Bolacha Ilustrada reclamou da minha coluna sobre sex-toys e sugeriu que eu colocasse um plugue anal para escrever, eu ri até não parar mais. E ela estava falando sério, não estava fazendo piada!! (risos)
No entanto, quando recebo e-mail raivosos de homofóbicos querendo que gays e lésbicas sejam varridos do mapa, dizendo que seria melhor que matassem todos os homossexuais, aí eu fico muito puta! Mas nunca respondo a esses e-mails estúpidos. Só respondo a críticas bem-educadas e construtivas, mesmo que falem mal ou discordem do que eu escrevo.

Mix Brasil - Quem são as meninas perdidas?
Vange - As meninas perdidas são uma outra alusão à fábula do Peter Pan. Na Terra do Nunca, Peter vivia cercado pelos meninos perdidos, que eram garotos que se recusavam a crescer e que haviam caído de seus carrinhos quando eram bebês. Da mesma maneira, as meninas perdidas do meu livro, que se encontram no clube Neverland, são garotas que se recusam a crescer. Acho que o mito da eterna juventude sempre esteve relacionado aos homossexuais, desde O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

Mix Brasil - Você é uma menina perdida?
Vange - Acho que sim. Apesar de me achar uma pessoa madura e de assumir as responsabilidades que a vida vai colocando à minha frente, adoro pensar que há uma Terra do Nunca para onde escapar de vez em quando, para poder sonhar como criança.

O lançamento do livro está marcado para o dia 4 de novembro (terça-feira) no BOP (rua Inácio Pereira da Rocha, 17. Vila Madalena, São Paulo), a partir das 20 hs. A festa conta com as DJs Barbie da Silva, Lulluci e Sil. Se joga!

:: O romance é super gostoso de ler, daqueles que dá vontade de devorar numa mesma noite. Veja alguns trechos
enviada por Entendida



06/11/2003 10:59
Filmes de Meninas
O Mix Brasil11 terá 28 filmes com temática lésbica e/ou personagens femininos centrais. Tem até um programa de curtas só de garotas, é o Mulheres Apaixonadas. Na Competitiva destaca-se a incrível animação "Pélvida Vanessa Pérvida". Veja sinopse, horários e locais de exibição de todos os filmes e se jogue né:

Longas
. BEM-TE-QUERO, MAL-TE-QUERO
DO I LOVE YOU? (Lisa Gornick, 2002, Reino Unido, vídeo, 73 min.)
Comédia passada numa Londres moderna onde Marina conduz uma bem humorada investigação filosófica sobre amor e identidade lésbica. Apesar de seu relacionamento com sua namorada Romy parecer bem, Marina acha que algo vai mal. Então as coisas realmente começam a ir mal, fazendo que ela passe a questionar sua sexualidade. Enquanto isso, as amigas de Marina também passam por vários problemas ao tentarem navegar nas conturbadas águas dos relacionamentos lésbicos.
Quando: 19/11 (quarta-feira) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - Sala de Cinema
Quando: 23/11 (domingo) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - Sala de Cinema

. DIÁRIO DO CONSOLO
DILDO DIARIES
(Laura Barton e Judy Wilder, 2002, EUA, vídeo, 63 min.)
Este documentário explora partes do Código Penal do Texas e seus efeitos na indústria de brinquedos sexuais. Combinando documentação histórica, histórias pessoais, e entrevistas com especialistas e legisladores, este filme honra a luta dos consolos e de seus muitos admiradores por legitimidade num lugar onde armas são legais, mas consolos não.
. Quando: 15/11 (sábado) - 12h30
Onde: Centro Cultural São Paulo
. Quando: 18/11 (terça-feira) - 16h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. É SÓ UMA FASE
DU SKA NOG SE ATT DER GAR ÖVER
DON'T YOU WORRY, IT WILL PROBABLY PASS
(Cecilia Neant-Falk, 2002, Suécia, 35mm, 74 min.)
Documentário sobre os medos e anseios proibidos de três adolescentes. O tema foi inspirado na vida da diretora, que aos 14 anos mandou uma carta para uma revista sueca procurando contato com outras meninas da mesma idade que fossem bissexuais. Ela recebeu então 20 respostas, e essa experiência serviu de base para o filme. Dessa vez foram 80 respostas, e a diretora selecionou 3 garotas, as quais durante 4 anos se filmaram desde o processo da descoberta da sexualidade até a revelação dessa condição aos pais e amigos. A câmera funciona como um diário secreto, mostrando as reações da comunidade local e da família diante da bissexualidade feminina.
Quando: 15/11 (Sábado) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 19/11 (Quarta-feira) - 16h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil


. LILY FESTIVAL
YURISAI
(Sachi Hamano, 2002, Japão, 35mm, 100 min.)
Quando o Sr. Miyoshi, de 75 anos, se muda para um condomínio e conhece suas vizinhas, sete senhoras com idades entre 69 e 91 anos, acaba despertando paixões secretas. Centrado na Sra. Miyano, que teve uma amizade bem próxima com a Sra. Totsuka, uma vizinha recentemente falecida, o filme explora as conseqüências que a presença do Sr. Miyoshi causa entre as mulheres. Lily Festival é uma celebração da idade e experiência dos idosos.
. Quando: 15/11 (sábado) - 14h30
Onde: Espaço Unibanco de Cinema - Sala 1
. Quando: e 19/11 (quarta-feira) - 18h00
Onde: Espaço Unibanco de Cinema - Sala 1

. TÃO DE REPENTE
TAN DE REPENTE
SUDDENLY
(Diego Lerman, 2002, Argentina, 35mm, 94 min.)
Márcia, solitária e sonhadora, ocupa seu tempo entre o cotidiano de Buenos Aires e a preocupação em perder os quilos a mais. Sua vida será completamente modificada a partir do momento em que conhecerá Mao e Lenin, um casal de namoradas punk. As três desenvolvem uma curiosa relação de amizade, que será posta em jogo quando Mao se mostrar apaixonada por Márcia. Juntas, as três pegam o rumo da estrada numa estranha viagem, ritmada pelo acaso, as paisagens e situações fantasiosas.
Quando: 14/11 (sexta-feira) - 18h00
Onde: Espaço Unibanco de Cinema - Sala 1
Quando: 15/11 (domingo) - 20h00
Onde: Espaço Unibanco de Cinema - Sala 1
Quando: 20/11 (quinta-feira) - 16h00
Onde: Espaço Unibanco de Cinema - Sala 1


. A SUÍÇA REBELDE
UNE SUISSE REBELLE: ANNEMARIE SCHWARZENBACH 1908-1942
A SWISS REBEL: ANNEMARIE SCHWARZENBACH 1908-1942
(Carole Bonstein, 2000, Suíça, vídeo, 58 min.)
Primeiro documentário sobre Annemarie Schwarzenbach, uma mulher que veio de uma das maiores fortunas de Zurique, de uma família com forte inclinações ao nazismo. Escritora, jornalista e fotógrafa, ela costumava viajar ao redor do mundo e denunciava o fascismo europeu e a exploração de trabalhadores na América. Amores homossexuais, drogas, posicões políticas radicais, suicídios que não deram certo. Afinal de contas, quem foi Annemarie Schwarzenbach?
Quando: 16/11 (domingo) - 16h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 19/11 (quinta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

Curtas
. NA HORA DE DIZER SIM (dentro do programa Trash-o-Rama)
(Ivann Willig, 2003, Rio de Janeiro/Brasil, vídeo, 8 min.)
Noiva que está prestes a se casar decide confessar ao padre algo que a atormenta...
Quando: 15/11 (Domingo) - 15h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (Quarta-feira) - 16h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 22h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)
Quando: 22/11 (Sábado) - 17h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. XANADU (dentro do programa Trash-o-Rama)
(Ivy Abujamra, 2002, São Paulo/Brasil, vídeo, 5 min.)
Quando: 15/11 (Domingo) - 15h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (Quarta-feira) - 16h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 22h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)
Quando: 22/11 (Sábado) - 17h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. MASTER LIBATION (dentro do programa Animadíssimo)
(Dayna Mcleod, 2002, Canadá, vídeo, 5 min.)
Uma senhora excitada que está decidida a transar procura em cada quarto da casa por um velho amigo: seu vibrador gigante.
Quando: 14/11 (Sábado) - 16h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - sala de cinema
Quando: 18/11 (Quarta-feira) - 12h30
Onde: Centro Cultural banco do Brasil
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 15h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. CEREJA ESTERILIZADA (dentro do programa Animadíssimo)
STERILIZED CHERRY
(Susan Choi, 2002, EUA, vídeo, 4 min.)
Uma crítica à objetificação sexual de jovens garotas.
Quando: 14/11 (Sábado) - 16h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - sala de cinema
Quando: 18/11 (Quarta-feira) - 12h30
Onde: Centro Cultural banco do Brasil
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 15h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. PÁLVIDA VANESSA PÉRVIDA (dentro dos porgramas Animadíssimo e Competitiva)
PALVID PERFIDY VANESSA
(Carlos Eduardo Nogueira, 2002, São Paulo/Brasil, vídeo, 28 min.)
Vanessa sofre de esquizofrenia física. A única maneira de ser curada é ser dividida em dois seres distintos. O filme será exibido dentro do programa Animadíssimo e da Mostra Competitiva
Competitiva:
Quando: 14/11(Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 16/11 (Domingo) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (quarta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 23/11 (Domingo) - 20h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)

Animadíssimo
Quando: 14/11 (Sábado) - 16h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - sala de cinema
Quando: 18/11 (Quarta-feira) - 12h30
Onde: Centro Cultural banco do Brasil
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 15h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. NÓS TAMBÉM (dentro da Competitiva)
(Cristina Fibe e Judith Belfer, 2002, São Paulo/Brasil, vídeo, 7 min.)
Um jantar, dois casais. Lara e Raul são marido e mulher. Lara e Marcelo estão se beijando na cozinha. Raul os flagra. Sua mulher se retira. Na sala, Lara se aproxima delicadamente de Alice. Na cozinha, os dois homens se beijam. O jantar continua.
Quando: 14/11(Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 16/11 (Domingo) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (quarta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 23/11 (Domingo) - 20h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. MÃE DE LESBOS (dentro da Competitiva)
(Marcelo de Trói, 2003, Salvador/Brasil, vídeo, 5 min.)
A taróloga Walkíria Rosário tem três filhas. Uma delas, ao assumir o lesbianismo, causou uma revolução em sua vida. Walkíria sai para a rua e faz militância pelo envolvimento de familiares e amigos na causa gay. Leni Simão, estilista, por sua vez, gostaria de ter filhas lésbicas pela postura de independência da figura do homem.
Quando: 14/11(Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 16/11 (Domingo) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (quarta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 23/11 (Domingo) - 20h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. ENTRE TRILHOS (dentro da Competitiva e do Mix Jovem)
(Eloisa Fusco, 2003, São Paulo/Brasil, 16mm, 5 min.)
No passado, duas meninas resolvem fugir. O filme será exibido na Mostra Competitiva e no Mix Jovem
Competitiva:
Quando: 14/11(Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 16/11 (Domingo) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (quarta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 23/11 (Domingo) - 20h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)

Mix Jovem:
Quando: 16/11 (Domingo) - 12h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 21/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. O CASAMENTO (dentro da Competitiva)
(Ana Cecília Costa, 2003, Rio de Janeiro/Brasil, vídeo, 4 min.)
O noivo espera pela noiva na porta da igreja. Enquanto a noiva se maqueia para o casamento, uma inesperada atração surge entre noiva e maquiadora. Realidade ou fantasia do noivo?
Quando: 14/11(Sexta-feira) - 17h30
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 16/11 (Domingo) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 18/11 (quarta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 20h00
Onde: Centro Cultural São Paulo
Quando: 20/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 23/11 (Domingo) - 20h00
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. BLOW (dentro do Mix Jovem)
(Marie Craven, 2002, Austrália, 16mm, 10 min.)
A vida de Rebecca está muito complicada. Todo dia, no limiar do sono para o despertar, ela espirra incessantemente. Na escola e em casa, tudo parece conspirar contra ela. Mas Rebecca deverá admitir um grande segredo antes de se livrar desses espirros.
Quando: 16/11 (Domingo) - 12h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 21/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. ELOGIO DA POLAINA (dentro do Mix Jovem)
(Marco Aurélio Sanchez, 2003, São Paulo/Brasil, 16mm, 10 min.)
Algumas coisas não podem mudar. Sofia, Marina e Marcelo tentam se divertir enquanto vêem a vida passar.
Quando: 16/11 (Domingo) - 12h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 21/11 (Sexta-feira) - 14h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil

. MAMÃEZINHAS QUERIDAS (dentro da Mostra Laços de Família)
PLAY DATE
(Elise Hurwitz, 2003, EUA, vídeo, 20 min.)
Esta é a história de uma mãe que se apaixona por outra no playground. Essas jovens e tatuadas mães provam que a maternidade e a satisfação dos desejos são completamente compatíveis.
Quando: 14/11 (Sexta-feira) - 12h30
Onde: Centro Cultura Banco do Brasil

. MANJUBEN, A CAMINHONEIRA (dentro do Programa Os Invertidos)
MANJUBEN TRUCK DRIVER
(Sherna Dastur, 2002, Índia, vídeo, 52 min.)
Manjuben habita um mundo masculino. Ela dirige seu próprio caminhão. Documentário sobre liberdade, identidade e desejos.
Quando: 14/11 (Sexta-feira) - 18h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil
Quando: 19/11 (Quinta-feira) - 12h30
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil



MULHERES APAIXONADAS
. SEGREDOS DE AMOR
THE FAIR AND THE WEAK
(Lauren Cook, 2002, EUA, vídeo, 9 min.)
Combinando imagens de filmes dos anos 50 com histórias sobre amadurecimento, este filme experimental segue a jornada de uma jovem que sempre se apaixona por mulheres inacessíveis.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. PRETTY LADIES: A SUPER8EXPLOSION!
(Catherine Crouch, 2002, EUA, super8/vídeo, 28 min.)
Um conto de fadas lésbico com sexo, drogas e religião.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. SUA MULHER PODE SER UMA LÉSBICA ENRUSTIDA
IS YOUR WIFE A SECRET LESBIAN?
(Szu Burgess, 2002, EUA, super8/vídeo, 9 min.)
Manipulações de filmes de propaganda da época da Segunda Guerra Mundial com intertítulos de um artigo de uma revista de fotografia.
Manipulations of World War II-era stag films with inter-titles from an article in a photo magazine.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. BUTCH IN THE CITY
(Todd Broder, 2002, EUA, vídeo, 7 min.)
A colunista lésbica Terry Madshaw resolve atirar para o outro lado nesta hilária paródia de "Sex and the City".
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. PARA QUE SERVEM AS MULHERES
WHY YOU WERE BORN
(Kelly Spivey, 2001, EUA, super8/vídeo, 6 min.)
Animação que usa imagens de comerciais antigos para explorar e reinventar os papéis femininos e o desejo.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. COM O DIABO NO CORPO
THE DEVIL ON HER MIND
(Annie Wright, 2002, Holanda, vídeo, 6 min.)
O limite de onde termina o amor e começa a perseguição, onde quem ama se torna o caçador e o amado se torna a presa.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. O BANHO
(Atiely Santos, 2003, São Paulo/Brasil, vídeo, 5 min.)
No banheiro de uma casa, duas pessoas tomam muito mais que um banho.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)

. AMANHÃ
(Desiree do Valle, 2003, Rio de Janeiro/Brasil, vídeo, 13 min.)
Um dia na vida de duas mulheres. O tempo através do espaço.
Quando: 23/11 (Domingo) - 14h30
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS)



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enviada por Entendida



04/11/2003 11:07
editoriallivrospublicaçõespoesiacontosfilmesarteencontroforumchatgastronomiahoróscopoviagemnotíciassaúdesexo seguro direitounião civil organizaçõessitese-mailindexhomeDez Coisas para Discutir no Consultório
Abril/2003

Esta lista foi primeiramente publicada pela agência americana Gay and Lesbian Medical Association (GLMA), uma associação de médicos que visa promover a qualidade de serviços de saúde para a população gay, lésbica, bi e transexual. Com o intuito de estimular lésbicas a procurarem mais freqüentemente cuidados médicos e preparar a comunidade médica para atentar para questões pertinentes às mulheres homossexuais, a lista oferece uma visão geral sobre os hábitos e tendências de saúde dentro deste grupo.

A associação considera o câncer de mama como o primeiro lugar na lista. Outros preocupações que lésbicas deveriam discutir no consultório médico incluem depressão, câncer ginecológico, dieta e osteoporose.

"Muitas lésbicas e um grande número de profissionais de saúde ainda não se sentem à vontade ou não sabem discutir assuntos de saúde relacionados à orientação sexual", diz a diretora executiva da GLMA, Maureen S. O'Leary. Infelizmente, há riscos de saúde que são de maior preocupação para lésbicas e temos de ter certeza de que eles sejam abordados entre médicos e pacientes."

A ginecologista e ex- presidente da GLMA, Kathleen O'Hanlan, diz que a comunidade médica tem de estar atenta para todos os fatores - gênero, idade, histórico familiar e estado de saúde atual -- mas que há assuntos de competência cultural envolvidos no tratamento de lésbicas que muitos profissionais não entendem.

"Nós sabemos através de pesquisa", diz O'Hanlan, "que lésbicas têm menos propensão a buscar cuidados médicos do que outras mulheres por causa do estigma que elas vivenciam em todos os lugares da sociedade. Elas também sentem este estigma ao buscar cuidado médico. Profissionais de saúde por vezes se sentem constrangidos ao pedir informações de cunho íntimo e pessoal e apressam a consulta médica sem prestar nenhum aconselhamento à paciente."

"Embora mais pesquisa seja necessária para entender hábitos e fatores de risco", O'Hanlan continua, "há evidência de que lésbicas fumam mais e bebem mais. Também é mais provável elas seja obesas, um fator que agrava significativamente riscos para a saúde."


A Lista

1. Câncer de mama
Lésbicas têm a maior concentração de fatores de risco para desenvolver este câncer do qualquer subconjunto de mulheres no mundo. Junte isto ao fato de que muitas lésbicas com mais de 40 anos de idade não fazem mamografia, não fazem o auto-exame ou o exame clínico das mamas, o que pode fazer com que um câncer existente não seja diagnosticado quando ainda se encontra em estágio curável.

2. Depressão/Ansiedade
Lésbicas exibem sinais de estresse crônico por terem de enfrentar homofobia freqüentemente. Esta tensão é composta pela necessidade que algumas ainda sentem em esconder sua orientação sexual de colegas de trabalho e pelo fato de que muitas lésbicas perdem o apoio emocional de suas famílias devido ao desinteresse com que familiares tratam a vida amorosa de lésbicas.

3. Câncer ginecológico
Lésbicas têm riscos mais altos de desenvolver alguns dos cânceres ginecológicos. O que elas talvez não saibam é que um simples exame anual feito por um ginecologista pode facilitar o diagnóstico precoce, que, por sua vez, aumenta as chances de cura.

4. Forma Física
Pesquisas confirmam que as lésbicas têm mais massa corpórea do as mulheres heterossexuais. Obesidade é associada com alto risco de doenças cardíacas, cânceres e morte prematura. O que lésbicas precisam é de aconselhamento sobre como viver e comer saudavelmente bem como ajuda para exercitarem-se com saúde.

5. Uso de drogas
Pesquisa indica que drogas ilícitas podem ser usadas mais freqüentemente entre lésbicas do que entre as mulheres heterossexuais. Fatores de estresse que justificam tal estatística podem derivar da discriminação homofóbica. Lésbicas precisam dar apoio umas às outras e contar com o amparo de profissionais de saúde para encontrarem formas saudáveis para lidarem com esse estresse e para aprenderem técnicas de relaxamento e redução de tensão.

6. Cigarro
Pesquisa também indica que tabaco e fumo são usados mais freqüentemente por lésbicas do que por mulheres heterossexuais. Ao passo que o fumo é usado como um redutor de tensão ou para interações sociais, este vício é freqüentemente associado à taxas mais altas de cânceres, doenças do coração e enfisema--as três causas principais de morte entre mulheres.

7. Álcool
Uso e abuso de álcool podem ser mais altos entre lésbicas. Enquanto pequenas doses diárias podem ser boas para o coração e atuam como inibidoras de câncer e osteoporose, o abuso de álcool pode ser um fator de risco para doenças.

8. Violência doméstica
Uma pesquisa estatística nos Estados Unidos informa que violência doméstica ocorre em aproximadamente 11% de famílias lésbicas, metade do número de ocorrências reportadas por mulheres heterossexuais. Até onde se saiba, não há pesquisa semelhante que comprove ou aponte um número para violência doméstica em famílias lésbicas brasileiras. No entanto, tanto lésbicas no Brasil ou nos Estado Unidos sofrem com o mesmo problema: onde ir quando se sofre abusos físicos por parte da namorada ou parceira? Não há grupos de apoio, abrigos ou serviços em delegacias que aconselhem tanto a agredida quanto a agressora.

9. Osteoporose
As taxas e riscos de osteoporose entre lésbicas ainda não foram bem caracterizadas. Sabe-se, contudo, que cálcio e exercícios de levantamento de peso assim como abstinência ao fumo e álcool são os alicerces da prevenção. Testar a densidade óssea a cada quatro ou cinco anos pode determinar os níveis de desgaste dos ossos e auxiliar na prevenção do agravamento da doença.

10. Saúde de coração
Fumo e obesidade são os fatores de risco para doenças cardíacas que prevalecem entre lésbicas. Todas as lésbicas, mesmo aquelas em forma e que não fumam, devem realizar exames clínicos anuais – os tradicionais check ups. É durante este check up que a pressão sanguínea é conferida, colesterol é medido, diabete é diagnosticada e exercício físico é discutido. A prevenção de doença de coração, razão para morte de 45% das mulheres, deveria ser o foco principal de toda visita clínica.

O'Leary acrescenta "claro que muitas das preocupações de saúde para lésbicas são de igual importância para todas as mulheres. Mas nós temos que ter uma comunidade médica que entenda que há assuntos culturais --orientação, identidade de gênero, etnia, raça, situação econômica -- isso deve ser entendido também. Para lésbicas, a "Lista de 10 Coisas para Discutir no Consultório" é um lugar para começar ".







enviada por Entendida



01/11/2003 12:19
Gente vcs não fazem idéia do que é 55 horas sem Energia elétrica ... são 2 dias e meio no escuro!!!!!
Beijos a todos !!!
Florianópolis está sem energia elétrica






A explosão em um cabo de média tensão, localizado sob a Ponte Colombo Salles, que liga a Ilha de Catarina à área continental de Florianópolis, interrompeu a distribuição de luz em parte da capital catarinense. O acidente ocorreu por volta das 13h30min desta quarta, dia 29.

O acidente aconteceu quando cinco técnicos da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) faziam reparos em dois cabos. Eles usavam um aparelho de solda com um pequeno botijão de gás, que vazou e explodiu. Com a explosão, dois dos cinco funcionários caíram no mar e sofreram escoriações leves. Há muita fumaça no local da explosão.

Os cabos alimentam a Ilha de Santa Catarina com energia - cada um deles tem potência de 138 mil volts. Um faz a ligação Ilha-Centro e o outro a subestação Trindade. No hora do acidente, os trabalhadores não utilizavam equipamentos de segurança, como extintor de incêndio.

Até as 19h, os técnicos da celesc e da Eletrosul ainda não haviam conseguido chegar até o local, pois a fumaça tóxica que saía da ponte não permitia.

Falta luz em toda a Ilha e em parte da região continental. A Celesc ainda não sabe mais detalhes do problema e nem tem previsão para que a situação volte ao normal. Ao todo, são 260 mil pessoas no escuro. Dessas, 5 mil são turistas que vieram a Florianópolis para o Campeonato Mundial de Surfe e a Futurecom.

Com a falta de energia, os semáforos da cidade pararam de funcionar e já há registros de acidentes de trânsito. Um deles ocorreu na avenida Beira Mar Norte, próximo à praça Celso Ramos.

As escolas e o comércio fecharam mais cedo. Só no Beiramar Shopping são 200 lojas prejudicadas.







Eletricidade volta à Ilha de Santa Catarina






A energia elétrica voltou em toda porção insular de Florianópolis às 20h05min desta sexta, dia 31, encerrando as especulações sobre o restabelecimento total da luz à capital catarinense. Foram quase 55 horas de blecaute.

Desde as 13h16min de quarta, 29, quando um acidente sob a ponte Colombo Salles interrompeu o fornecimento de energia, cerca de 300 mil pessoas que moram na Ilha de Santa Catarina estavam sem luz.

A energia voltou à Ilha através de um sistema de transmissão provisório, que levou energia do continente por cabos fixados na lateral da Ponte Colombo Salles, por baixo da qual passam os cabos que se romperam no incêndio de quarta, o que provocou o blecaute.

O assistente-técnico das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) Gilberto Aguiar disse, depois de o abastecimento voltar ao normal, que o sistema é confiável e que não deve haver queda de energia até substitui-lo. Segundo ele, o sistema original (sob a ponte) deve ser reativado em 10 dias.

A montagem do sistema alternativo começou já na quarta e só terminou na manhã de sexta. A operação foi complexa: foi preciso usar guindastes para puxar os novos cabos de transmissão.

– Foi um trabalho difícil. Tivemos de enfrentar pressão, cansaço da equipe, mas tudo terminou bem – disse o engenheiro Ainton Silveira, da Eletrosul, à reportagem do Diário Catarinense.





enviada por Entendida



28/10/2003 10:39
Olá Pessoal !!!!! Como estão?
Aqui está tudo bem ....
Passei um fim de semana ótimo com a Lúcia lá no sesc !
Foi assim eu fiz uma reserva para 25 e 26 de outubro de 2003.
Não sabia que iria ter que trabalhar no domingo 26. Mas acabei tendo que trabalhar mas isso não nos impediu de ir lá no nos divertir-mos bastante.
Chegamos no sábado dia 25 quase as 3 da tarde! Almoçamos e fizemos o check in para nos instalar-mos no chalé!
Mostrei toda colonia de férias para a Lúcia. Saimos passeamos pela praia (o sesc é na beira da praia!), sentamos num barzinho , tomasmos uma cerveja(Lucia) e um refrigerante(eu), conversamos um monte. aí voltamos para a colônia e fomos omar um café na lanchonete, ficamos conversando com o pessoal que estava lá! Todo mundo de "zóiâo" Na Lucia!Heheheeheheheh aí fomos jantar. depois fomos no VideoKê e depois assistir a um filme (tem sala de vídeo lá). Acabou o filme fomos para o chalé! Lá tem tv mas não tv a cabo como na sala de tv social.
Acordei extremaente cedo, 7:30 fui tomar café da manhã e levei um café para a Lúcia e deixei para que ela encontrar quando acordar e fui trabalhar ... alí mesmo, foi muito legal ... muito engraçado acordar e ir trabalhar lá mesmo onde eu dormi !!!!! E com a Lúcia alí do meu lado ! Foi Maravilhoso! Aí N hora do almoço eu fui acordá-la ... tava um dia chuvoso e propício para ficar dormindo !!!! Voltei para trabalhar e ela ficou por lá mesmo .... terminou de tomar o café eu saí. Voltei um tempo depois ... fomos lá no ginásio que ia ter uma apresentação do "Boi de mamão" ou "Boi Bumbá" é que aqui tem outro nome mas a origem é a mesma. Foi super legal ..... ficamos por ali umeio trabalhando meio namorando oi ótimo ... depois pegamos o onibus e fomos embora ela para a casa dela e eu para a minha.
Agora vem a parte chata!
Cheguei em casa a tampa da mesa de vidro tinha estilhaçado no chão ... não sei o que aconteceu !!!!!! Sei que to sem mesa de jantar pode? hehehehehe mas tudo bem o Fly tá legal e foi isso !!!! Meu fim de semana mágico! heheheheeheheheh
Bem pessoal
Até mais ... um grande beijo !!!!!!
enviada por Entendida



24/10/2003 13:01
Homossexualidade nas empresas

Preconceito e babado no ambiente de trabalho
Por Ferdinando Martins

Como qualquer outro cidadão, o gay trabalha. Como em qualquer outro lugar, está sujeito a piadinhas e outras demonstrações de homofobia. Apesar da discriminação por orientação ser sexual ser condenada pela legislação, a realidade mostra que homossexuais têm de esconder sua condição para manter o emprego. Mesmo com as conquistas obtidas nas últimas décadas, as empresas públicas ou privadas continuam a tratar de forma diferenciada seus funcionários.

A principal diferença de tratamento é exigir sutilmente que funcionários gays e lésbicas escondam sua vida privada dos demais colegas. Segundo Maria Inês Felippe, vice-presidente da Associação Paulista de Administradores de Recursos Humanos, APARH, "muitos profissionais que hoje temos nas empresas não se manifestam por questão de preconceito. Alguns até aparecem com mulheres nas festas da empresa ou mesmo optam por casar e ter uma vida paralela."

Dessa forma, o funcionário homossexual não coloca porta-retrato de seu companheiro na mesa de trabalho e, quando são casados, dizem que moram "com um amigo".


Diversidade como marketing

Discriminar qualquer cidadão por causa de sua orientação sexual pode ser considerado crime no Brasil. Por causa disso, a discriminação acontece de forma velada nas empresas. Muitas delas chegam a levantar a bandeira da diversidade, que aparece mais como estratégia de marketing do que como garantia de direitos e abertura para o diferente. A idéia é passar uma imagem de "responsabilidade social". Para Maria Inês, é preciso ultrapassar essa fase, "respeitar o GLS independente de qualquer coisa, independente da estratégia de marketing da empresa."

O curioso é que os próprios gays parecem ter interiorizado o discurso da empresa, alertando que os homossexuais não devem dar bandeira no trabalho.

Para Luciano (*), funcionário de empresa aérea, "lá não tem discriminação, desde que você se coloque no seu lugar, para não expor o nome da empresa em público." Para ele, a empresa não tem uma política clara, mas aceita inclusive o companheiro no plano de saúde.

A necessidade de conter-se também é indicada pelo bancário Gustavo (*):

"Gay é o que mais tem nos bancos. Mas é claro que a pessoa não vai andar rebolando na agência." O mesmo diz Rodrigo (*), que trabalha em uma empresa de eletrodomésticos: "Como eu, conheço vários gays na minha empresa, alguns até em posição de destaque. Mas é preciso manter controle. Todos aceitam, desde que a pessoa não avacalhe. Bichinha, bichinha interfere sim. Nenhuma empresa tradicional vai aceitar porque é a imagem da empresa que está em jogo."

Rodrigo diz que sua empresa "prega pela diversidade como forma de interpretar idéias e novos pontos de vista." A diversidade, segundo ele, trata da "inclusão de minoria, mas em nenhum momento isso é explícito."

Comentando sua situação pessoal, diz ser respeitado pelo lado profissional: "deixam de lado minha sexualidade. Isso não interfere na confiança que têm por mim. Meu gerente é homofóbico, mas me respeita profissionalmente. Tenho amigos na chefia. Isso me deixa satisfeito." Rodrigo diz que não levaria um companheiro para a festa de fim de ano da empresa, para "evitar brincadeiras da peãozada".

Mas será que há mesmo comprometimento da imagem da empresa? Para Marcelo Lepera, sócio-proprietário da Brothercast, agência de comunicação empresarial, isso é mais um paradigma criado: "Quando se fala de um mercado tradicional, o sistema é mais hierarquizado, as imagens são mais tradicionais e é também um mercado mais estável e previsível.

Os administradores de recursos humanos dizem 'Não sei, a gente pode ter problemas', quando pensam em contratar um homossexual. As pessoas sabem, respeitam se a pessoa é bem comedida, menos afetada. Nas empresas mais vanguardistas, isso é um ponto positivo. Acham até que tem que ter, faz parte do contexto de formadores de opinião. Mas não é nada declarado, é fechado."

Marcelo alerta que a empresa que pensa ter sua imagem afetada pela inclusão de gays e lésbicas em seu quadro de funcionários ignora a segmentação de mercado. Segundo ele, há indicadores, como o Ethos e o Ibase, que mostram o respeito pela diferença nas empresas, mas nessa categoria não está incluída a orientação sexual.


Legislação genérica

No Brasil, a legislação é evasiva no que diz respeito à discriminação por orientação sexual. Na ausência de leis específica, quando obrigados a tratar algum caso de discriminação no ambiente de trabalho, os juristas apelam para a interpretação do dispositivo legal. Segundo Francisco Ricardo, advogado e professor de Direito Constitucional, é a propria Constituição Federal que garante, no artigo 5º (sobre os direitos e as garantias individuais), a liberdade de orientação sexual. "A CLT é infra-constitucional. Mesmo assim, a CLT não tem uma norma específica contra a discriminação sexual."

Para Francisco, a interpretação recai no campo restritivo. "O legislador falou menos que o alcance da norma. Usa termos genéricos."

No site do Tribunal Superior do Trabalho (www.tst.gov.br), só é possível encontrar dois casos de jurisprudência envolvendo a orientação sexual. Em um deles, o funcionário havia sido demitido porque gostava de beijar seus colegas, o que configurou "comportamento irregular do empregado, no tocante à vida sexual, em pleno ambiente de trabalho". O outro caso trata de um servidor público demitido do Banco do Brasil, mas não descreve o motivo.

Em ambos, os funcionários haviam sido demitidos por justa causa. Os empregadores ganharam a ação nos dois casos.

Outros casos - poucos - são julgados pelos tribunais regionais. Na maioria das vezes o funcionário tem de recorrer à Justiça para ter seus direitos garantidos, sem que haja acordo prévio com a empresa. Júlia de Freitas, consultora de Recursos Humanos, conta que um funcionário da instituição onde trabalha apresentou seu companheiro como dependente para o plano de saúde da Interclínicas.

Inicialmente, o pedido foi aprovado, mas depois de três meses a Interclínicas disse ter "cometido um engano" e excluiu o companheiro. O caso terminou na Justiça, que deu ganho de caso ao funcionário, uma vez que ficou comprovado que o casal tinha mais de cinco anos de convivência. "Como não tem legislação especifica que permita a inclusão do companheiro, aceitamos a declaração de vida em comum. Mas é preciso que o próprio funcionário se apresente."

Ou seja, é necessário o desgastante confronto com as autoridades para que os direitos sejam garantidos. A maioria dos homossexuais prefere deixar de lado. Há três anos na diretoria da ANARH, Maria Inês afirma que nunca apareceu nenhum caso relacionado a discriminação por orientação sexual no ambiente de trabalho. O mesmo é verificado na Defensoria Pública.

Segundo o Dr. Fernando Quaresmo, coordenador da defensoria, até o presente momento ninguém se apresentou. Isso porque para abrir um processo são necessárias provas. "Orientamos as pessoas a cavar provas, mas elas não conseguem e não retornam. Não há inversão do ônus da prova."


Escolhidos a dedo

Para Maria Inês Felippe, a camada de preconceituosos é muito mais densa. "Frente à cultura e ao cenário da empresa, o próprio funcionário não se apresenta, não posiciona-se diante do benefício." Ela adverte que é um cuidado que o próprio processo seletivo da empresa tem frente à sua cultura.

O procurador Daniel Cavalcanti (*) também reforça que a discriminação acontece no momento da seleção do funcionário. Trabalhando em um órgão público que defende trabalhadores, Daniel afirma que há uma grande procura envolvendo a discriminação entre os portadores de HIV, mas em dez anos de trabalho nunca apareceu um caso baseado na discriminação por orientação sexual. Daniel diz que nas empresas as fichas de acompanhamento do processo de seleção registram uma linguagem cifrada e códigos que podem indicar "desvios de conduta". O médico da empresa pode, por exemplo, usar um sinal que indica que o candidato ao emprego tem tatuagens ou não e isso ser decisivo para a sua admissão.

Olhando panoramicamente, há um fosso separando as poucas empresas que aceitam a homossexualidade e outras que fingem que isso não existe. Para Maria Inês, é o núcleo do próprio negócio que direciona. "Os gays têm mais flexibilidade e dão de dez a zero em qualquer atividade que envolva o atendimento ao público." Por isso, são tão numerosos em agências de viagem, telemarketing e recepções de hotel.

José Gerônimo da Silva Filho, proprietário da agência Profissionais do Turismo, confirma: "tem operadora que é hiper-gay.

Na parte de atendimento, o gay se sobressai porque tem mais conhecimento, fala diversos idiomas, tem mais sensibilidade. Um gay sabe montar um roteiro cultural bem detalhado. Na parte de reservas ou mesmo entre os guias, os gays não são tão numerosos."

Ou seja, somos chamados para abrilhantar determinados empreendimentos e escondidos quando convém ao empregador.


Lá fora

Infelizmente, discriminação no ambiente de trabalho não é privilégio de brasileiros. Na Suécia, por exemplo, a situação não é diferente. O Instituto Sueco de Trabalho publicou em julho os primeiros resultados de uma enquete realizada no mundo do trabalho sobre a situação de homossexuais e bissexuais assalariados.

A conclusão da pesquisa é de que a homossexalidade é ainda pouco aceita no ambiente de trabalho. Entre os homossexuais e bissexuais, 49% das mulheres e 48% dos homens afirmaram ter sido vítimas de preconceito no local de trabalho. Lá, com aqui, os homossexuais preferem esconder sua orientação sexual no ambiente de trabalho, a fim de evitar brincadeiras por parte de seus colegas.

No Reino Unido, vigora desde 2001 a lei de proteção ao trabalho que interdita toda forma de discriminação fundada na orientação sexual em matéria de emprego - exceto para quem trabalha em igreja ou instituições religiosas. Na França, também desde 2001 a lei trabalhista explicita que é proibida qualquer forma de discriminação baseada na orientação sexual ou aparência no ambiente de trabalho. No caso francês, há um ganho extra, com a inversão do ônus da prova.

Em caso de litígio, é o empregador que deve provar sua inocência.

(*) Nome trocado, a pedido do entrevistado.

enviada por Entendida



22/10/2003 09:35
Os gays no trabalho: O medo da revelação


De todos os ambientes, o do trabalho costuma ser o mais ameaçador para a maioria dos gays.

Lembro-me da minha surpresa ao descobrir que ninguém se inscreveu no programa de benefícios para parceiros do mesmo sexo oferecido por um banco no qual dirigi a área de recursos humanos, há alguns anos. E olha que se tratava de um programa mundial, com garantias de sigilo bancadas pela matriz em Nova York.

Passada a surpresa inicial, procurei descobrir o que se passava na cabeça das pessoas que preferiam abrir mão de um pacote generoso de benefícios, incluindo plano de saúde, a revelarem sua orientação sexual.

Com muita dificuldade, já que oficialmente não havia gays trabalhando na organização, percebi que por traz de racionalizações bem elaboradas, como por exemplo, "o meu parceiro já tem plano de saúde" ou "não vejo motivo para expor minha intimidade no ambiente profissional", o que havia mesmo era um grande medo.

Mas medo do que, se a organização se comprometia por meio de políticas e práticas mundiais a não discriminar seus empregados homossexuais e a valorizar a diversidade? Para entender esse medo é preciso lembrar que, se no ambiente familiar é a segurança emocional que costuma estar em jogo, no trabalho, trata-se, em primeiro lugar, da segurança financeira. No primeiro caso, por mais difícil que seja a aceitação por parte da família, temos sempre a esperança de que o vínculo de amor, mais cedo ou mais tarde, falará mais alto. Já no trabalho, não há nada a nos proteger. Podemos, de uma hora para outra, perder nosso ganha pão, ter nossa reputação arrasada e ver nossos planos profissionais irem por água abaixo.

Como resultado, o mais sensato é nos mantermos invisíveis. E para isso desenvolvemos uma estratégia baseada em dissimulações, meias verdades e omissões. Meu namorado vira um amigo (ou uma pessoa), meus fins de semana são sempre vagos e com amigos e nas fotos das minhas férias estou sempre sozinho.

Além disso, evito conversas muito íntimas, falo em voz baixa ao telefone, estou sempre atento ao que digo, e principalmente a como digo (olha a bandeira!). E a medida em que os anos passam, vai ficando cada vez mais difícil explicar porque ainda não encontrei "a mulher da minha vida".

É claro que essa estratégia, além de, na maior parte das vezes não funcionar (mas isso fica para o próximo texto), causa grande stress e tem um baita custo emocional.
O medo que temos de perder nossos empregos e arruinar nossas carreiras, se nos revelarmos, nos faz trabalhar mais e melhor do que os outros, nos mantém inseguros e alertas e limita nossa capacidade criadora. E o pior, nos aliena de nós mesmos, tornando-nos verdadeiros atores obrigados a repetir, dia após dia, um papel que dominamos com maestria, mas que nos impede de ser quem somos, de expressar nossos sentimentos e de compartilhar nossas vidas num ambiente no qual passamos tanto tempo.

Para deixar aqui a sua opinião sobre esse assunto e participar de uma discussão com outros internautas, Clique aqui.

Klecius Borges é psicólogo, especializado em aconselhamento e psicoterapia para gays
E mail: terapiafirmativa@uol.com.br
http://www.kleciusborges.com.br/









enviada por Entendida



17/10/2003 12:24
editoriallivrospublicaçõespoesiacontosfilmesarteencontroforumchatgastronomiahoróscopoviagemnotíciassaúdesexo seguro direitounião civil organizaçõessitese-mailindexhomeLivrosAs Canções de Bilitis
Pierre Louys
Conta a história de uma poetisa na ilha de Lesbos, que foi amante de Safo. A história é contada como se a própria Bilitis a tivesse escrito, em poesia. É belíssimo! • • •
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O Que É Lesbianismo
Tania Navarro Swain
Ed. Brasiliense
A feminista e historiadora da UnB, Tania Navarro, percorre a historia da humanidade e relata como mulheres que amavam mulheres foram e continuam sendo apagadas da história. • • •
Sugerido à Labris por uma visitante.


Uma Questão de Amor
Saxon Bennett
Hope faz pós-graduação em uma excelente universidade. Vem de uma família tradicional e está meio perdida quanto ao que deseja do relacionamento com sua professora.
Pamela é uma acadêmica em ascensão, inteligente, ambiciosa e totalmente convencida de ser irresistível para as mulheres. Rachel estuda com Hope e é sua melhor amiga. Convence a colega a tirar férias com ela e suas duas mães na cidade de Heroy, bem longe de Pamela. Lá as duas encontram Emerson, uma artista plástica que adora andar de patins pelas ruas e só usa o seu sobrenome. Emerson encanta-se com Hope, mas não está preparada para se envolver com outra mulher tão cedo. Hope fica intrigada com essa mulher tão diferente, mas está presa à cidade grande e à mulher mais velha.
Mais um ótimo romance para as almas apaixonadas! • • •


O Último Dia de Outono
Valéria Melki Busin
Fernanda é uma menina bem paulistana: faz cursinho, quer entrar na USP, tem muitos amigos. Sai bastante, aproveita a cultura da cidade e gosta de poesia. Tudo vai bem até conhecer Marisa, uma colega que a deixa confusa e perturbada.
Que sentimentos são esses que a deixam gelada por dentro? O que fazer coma vontade de beijar a amiga? Como lidar com esse amor tão inesperado?
Um delicioso romance em São Paulo nos dias de hoje. • • •


Como Pão no Prato Sagrado
Rebeccar Alpert.
Editora Record. 2000.
Rebecca Alpert é rabina, lésbica assumida e uma das mulheres mais inteligentes e críticas dos Estados Unidos. Feminista teórica, é também diretora do Centro de Estudos da Religião da Universidade de Temple (Filadélfia), cargo este conseguido graças à publicação deste livro, que ganhou em 1998 o prêmio de obra mais importante na área de estudos da homossexualidade. Este livro discute o problema da homossexualidade na cultura judaica. No tempo em que os gregos assumiam pública e institucionalmente as práticas homossexuais, a Bíblia condenava o homossexualismo como pecado passível de morte. Neste livro, Rebecca analisa a posição da Bíblia e estuda a cultura judaica nos últimos dois mil anos do ponto de vista da mulher homossexual, apresentando novos caminhos para o estudo da religião na área de gênero. • • •

O Poço da Solidão
Radclyffe Hall.
Editora Record. 1998.
Para escrever O Poço da Solidão, Radclyff Hall baseou-se em um conjunto de trabalhos teóricos escritos por sexólogos europeus durante a segunda metade do século XIX, que enfatizam as origens congênitas da orientaçào sexual. Hall foi influenciado principalmente pelo trabalho de Havelock Ellis. Este livro foi lançado inicialmente em 1897, quando foi banido,sendo considerado obsceno. • • •

Meu Primeiro Amor - A paixão entre mulheres
Lindsley Elder
Editora Brasiliense.
A magia do olhar, a mensagem sem palavras, a eletricidade do toque de peles macias. Finalmente o desejo é consumado e o verdadeiro prazer descoberto. Quando uma mulher cria coragem para viver sua paixão por outra, o encontro fica gravado na memória para sempre. Nas histórias deste livro, mulheres recontam o medo de se declararem, a dificuldade de se descobrirem lésbicas, o apelo erótico irresistível de outra mulher e a maravilha de amarem pela primeira vez. • • •

Sexo Entre Mulheres
Susie Bright
Editora Summus. 1998.
Esta é uma obra escandalosa. A autora aborda com total honestidade o que as mulheres fazem na cama, nas festas, em encontros, ao telefone, em boates umas com as outras. Por baixo da ironia e das brincadeiras que Susie Bright faz com os mitos sobre lésbicas, encontra-se uma mulher que acredita no direito de todos indivíduos à expressão sexual. É quase impossível ler este livro sem aprender alguma técnica sexualmente útil e sem dar boas risadas! • • •

A Primeira Dança
Barbara Grier
Editora Summus. 1998.
Histórias de amor entre mulheres. Escritas por mulheres para mulheres, 23 histórias que falam sobre o amor, a paixão e o desejo num universo exclusivamente feminino. • • •

Julieta e Julieta
Fátima Mesquita
Editora Summus. 1998.
Os contos reunidos neste volume têm uma qualidade inovadora: são histórias de amor entre mulheres brasileiras, contadas como elas de fato acontecem. São jogadoras de basquete, donas de lojas, artistas, médicas e vendedoras que de repente se apaixonam umas pelas outras. Moças tatuadas e certinhas, que andam de moto, a pé, de jipe e em sonhos. São casadas com homens, com mulheres, estão se envolvendo pela primeira vez com outra mulher. São histórias de amor consumado, feliz, bem vivido, como a literatura brasileira ainda não havia produzido. • • •

Adeus, Maridos
Deborah Abott
Editora Summus. 1998.
Um incontável número de mulheres se casa com homens, tem filhos e , de repente, se descobre apaixonada por outra mulher, deixando para trás toda uma respeitável vida heterossexual para viver conforme o coraçào. Este livro reúne relatos verdadeiros de mulheres de cidades grandes e de vilarejos, avós e estudantes, militares e donas de casa, brancas e negras, ricas e pobres, que passaram por esta tranformação profunda. Entre as histórias emocionantes encontra-se a da coronel Margarethe Cammermeyer, a oficial de mais alta patente do exército americano a admitir a sua homossexualidade, tendo sido tema do filme Servindo em Silêncio. • • •

Réquiem por um Coração de Vidro
David Lindsay
Editora Rocco. 1999.
No mundo do crime organizado internacional, duas adversárias mortais se unem para destruir um inimigo comum. Irina, uma assassina de aluguel fria e calculista e Cate, agente secreta do FBI, se conhecem nos subterrâneos das máfias russa, chinesa e italiana às vésperas do fechamento de um grande acordo de cooperação para o monopólio do crime em todo o mundo. Misteriosamente escravizada por Krupatin, o chefe da máfia russa, Irina só tem um objetivo, matá-lo. Ilfiltrada no primeiro escalão da máfia russa, Cate só tem uma missão: capturá-lo. Mas, em meio à violenta concorrência entre as máfias, as duas precisarão se unir se quiserem sobreviver. • • •

A Vila das Meninas
Estella Ferraz
Editora Brasiliense. 2000.
Oculta num canto discreto do Jardim Paulista está a vila de dona Eulália, um conjunto de meia dúzia de sobradinhos pintados de cores vivas e alegres. É ali que moram as "meninas", Laila, Soraya, Pepê, Telma e Nina. Mulheres que preferem amar mulheres. Amor forte, diferente, solitário, doce, perturbador, inusitado, discriminado, proibido... pecado? É este o conflito que explode na vida de Victória, a sobrinha de dona Eulália, quando se apaixonou por Renata, irmã de Telma. Teóloga e fiel ao catolicismo, Victória fica dilacerada entre uma paixão grande e profunda por uma mulher e os dogmas de uma crença que condenam essa forma de amar. Mas - ainda bem -morar na vila Eulália é um presente. As vizinhas, amigas e cúmplices, estão aí para conspirar a favor da harmonia. Da harmonia de Victória com o seu Deus e com aquele amor que não ousa dizer o nome. O amor lesbiano. • • •

Grrrls- Garotas Iradas
Vange Leonel
Editora GLS
Vange Leonel é uma pop-roqueira de muitas facetas. Além de feminista que assumiu publicamente sua homossexualidade muito antes de isso ser moda, adora escrever. Recentemente dirigiu uma peça de sua autoria, As sereias da Rive Gauche, sobre um grupo de lésbicas morando em Paris na década de 1920, e por quatro anos publicou artigos dirigidos a mulheres na revista gay Sui Generis. O presente livro reúne uma seleção dos melhores entre esses artigos, acrescidos de uma série de textos inéditos sobre lesbianismo. Como não podia deixar de ser com uma autora tão contra a corrente, Vange pesquisa aspectos curiosos de personalidades históricas, ri de alguns hábitos recentíssimos da cultura gay, analisa filmes e livros, e passa seu olhar irônico e inteligente até pela boneca de Maria Bethania. Nathalie Barnes, Virginia Woolf, Safo, Joana d'Arc dividem páginas com personagens de novelas, Xena e Gabrielle, feministas e pilotas de lancha, em textos curtos e informativos que podem ser lidos em qualquer ordem. Fernando Bonassi, escritor que assina a coluna "Macho" da Folha de S.Paulo, declara na apresentação deste livro que "Vange, como poucas e poucos, faz da sexualidade (de todos nós) expressão cultural, sabendo que seu conhecimento passa por investigação e experiência, mas também é arte: é música, é teatro, é dança... é uma delícia!" • • •

O Postal de Alice Spring - Um Romance entre Mulheres
Diana Simmonds.
Editora Summus.1999.
Uma jovem cantora de música country, Jody Johnson, conquista cada vez mais fãs com sua voz maravilhosa, porém eles nunca percebem a tristeza que há em seu olhar. Durante uma viagem pelo interior da Austrália, o ônibus quebra e a Jody Band se vê obrigada a passar alguns dias na pousada Davanzo. Jody conhece Grace, uma desenhista de pássaros que ajuda seus pais na pousada da família. Ela é uma mulher atraente e solitária que ainda não se libertou do passado. As duas se sentem imediatamente atraídas. Será que a paixão explosiva vai ser suficiente para desarmar os dois corações? • • •
Sugerido ao Labris por uma visitante.

Duas Iguais
Cíntia Moscovich
Editora L&PM. 1998.
Publicado em 1998 pela L&PM conta a história de duas mulheres cuja vida seguiu marcada por uma paixão adolescente. É um livro sensual e super bem escrito, acho que vale a pena conferir. • • •
Obrigada à Tine pela sugestão!

Aimèe & Jaguar
Erica Fischer
Editora Record. 1999.
Uma mulher judia e militante da resistência envolve-se com uma mulher alemã, durante a Segunda Guerra. Este livro memorável não é sobre guerra nem sobre o Holocausto; é sobre descobertas pessoais. Erótico, ultrajante e extraordinário. • • •

Outros Hábitos
Anna França
A história do amor proibido entre duas freiras. "Outros Hábitos" não é um livro para quem busca a história de uma paixão avassaladora, ou a luta contra os padrões estabelecidos, a luta pelo grande amor de uma vida inteira. No entanto, a autora nos provê um excelente raio X da Igreja Católica como instituição no Brasil, e do que realmente ocorre dentro dos conventos franciscanos brasileiros. • • •
Review www.apaixonadas.net

Tereza e Isabel - Uma Paixão
Violette Leduc
Ed. Brasiliense. Coleção Aletheia. 1999.
Num colégio interno, duas ninfetas descobrem o amor. Teresa ama Isabel que ama Teresa. Na sala de estudos, no refeitório, no recreio, uma só pensa na outra, nas horas que terão juntas em loucas noites de paixão. Teresa e Isabel: nunca o amor entre duas mulheres foi descrito com maior intensidade erótica ou com maior ternura apaixonada que neste livro de Violette. • • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

Atos Impuros: A vida de uma freira lésbica na Itália da renascença
Judith C. Brown
Editora Brasiliense. 1987
A vida da irmã Benedetta Calini, Abadessa de um convento numa pequena cidade próxima de Florença, no princípio do séxulo XVII, a qual começou a ter visões simultaneamente religiosas e eróticas e a sofrer dores físicas consideráveis. Para a ajudar a suportar a dor foi-lhe designada como companheira uma jovem freira. Eventualmente as autoridades religiosas ficaram desconfiadas da veracidade dos seus contactos sobrenaturais com Cristo e levaram a cabo uma investigação que revelou que ela e a sua companheira estavam envolvidas numa relação sexual havia anos. • • •

Um Ano, Dois Verões
Bertha Solares
Ed. Brasiliense. Coleção Aletheia.
O livro faz parte do selo Aletheia, da Brasiliense, dedicado à literatura lésbica. Irina, uma cientista do Rio de Janeiro, tem sonhos perturbadores sempre com as mesmas pessoas. Ela irá viajar para Praga, convidada para um congresso internacional. Lá, conhece a história de outra Irina, que viveu na década de 1930 e foi perseguida pelos nazistas. • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

Preciso Te Ver
Stella C. Ferraz
Ed. Brasiliense. Coleção Aletheia.
Um romance sutil e agradável, ambientado em São Paulo moderno. Bom de ler entre as ruas que reconhecemos. Délia, publicitária iniciante e segura de si tem sua vida mudada de uma vez. Se apaixona por Eva, sua fria e distante chefe na agência Hensel. Eva é mais velha e decidida a nunca mais ser enganada por uma mulher, sempre trata suas garotas como descartáveis. Délia é uma personagem madura e cativante, embora alguns clichés e vícios de escrita deixem a leitura um pouco confusa e dando voltas, as personagens secundárias também não ajudam. Fatos perdoáveis nesse primeiro livro da autora. • • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

Pássaro Rebelde
Stella C. Ferraz
Ed. Brasiliense. Coleção Aletheia. 2001.
``O amor é um pássaro rebelde, que ninguém pode aprisionar. Você pensa que o tem, ele te evita; você pensa que o evita, ele te tem``. (CITAÇÃO DA ÓPERA CARMEM)
Último livro da autora, também adorei, mas poderia ser mais bem explorado o lance do triângulo amoroso. Thaís, auditora e consultora empresarial, viveu doze anos atrás um caso de amor de poucos meses com Carolina, a quem jamais esqueceu. Carolina mora com a namorada Yara, que faz um curso de pós-doutorado em Nova York e recebe a notícia de que os negócios da família aqui vão mal. Yara retorna para oi Brasil para resolve-los. Carolina lhe indica a amiga Thaís como a melhor profissional para ajudá-la (e de graça, dá para dizer não?). Carolina abandonou Thaís porque se sentia presa pela intensidade de seus sentimentos. Se afastar para não sofrer deu certo até então, mas e agora que uma não pode evitar o contato da outra? • • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

O Vôo de uma Equilibrista
Jandira Gualberto e Monique Derivo
Ed. Brasiliense.
Encontro inédito entre a festa e a sensualidade, o amor e os rituais da paixão. Luzes, calor e muito fôlego coroam, num vôo livre e equilibrado, a essência romântica de Brasil e França. O amor por uma mulher leva Julia Parker a um verdadeiro turbilhão no Brasil, longe de sua vida tranqüila na França. Levada de um país para o outro, ela oscila entre seus desejos, a razão dos seus sonhos, e a realidade, seus projetos e realizações... • • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

Dores, Amores e Pincéis
Bertha Sollares
Ed. Brasiliense. Coleção Aletheia.
Final dos anos 1960. Muitos rapazes e moças engajavam-se em lutas políticas; outros saíam em busca de "paz e amor", embarcando no sonho hippie. Léo, jovem bonita da elite mineira, descobria nessa época a sua homossexualidade e o amor. Apesar de não ter optado pela militância política, tampouco por uma vida alternativa, sofreu as conseqüências dos dois caminhos, trilhados por pessoas próximas a ela. Tempos depois, o destino a leva para Paris, onde seu caminho cruza com Virginie, uma inacessível professora de filosofia grega. A partir desse dia, a jovem artista começa a pintar o quadro definitivo de sua vida. • • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

Sereias da Rive Gauche
Vange Leonel.
Ed. Brasiliense. Coleção Aletheia.
Conta a história de várias lésbicas que freqüentavam a cena lés de Paris por volta de 1928, ano em que foram publicados 'O Poço da Solidão' e o 'Almanaque das Senhoras' de Radcliffe Hall e Djuna Barnes, respectivamente. Personagens da peça ligadas aos sarais promovidos pela mecena Natalie Barne, uma das lésbicas mais importantes da primeira mentade do século 20 (financiou por exemplo James Joice). O livro mostra um pouco da militância, das amizades, do pensamento que agitava o período entre guerras, o preconceito que as autoras sofreram e ,claro, das amantes de Natalie. • • •
Obrigada a Fabi pela sugestão e review.

Homofobia
Editora GGB

O Preço do Sal (ou Carol)
Patricia Highsmith
Ed. Siciliano
Primeiro romance lesbiano de final feliz. ÓTIMO! Escrito por uma autora hetero que depois fez o fraquinho um "Rosto na Noite" , com leve alusão a lesbicas. • • •
Obrigada à Fabi pelos comentários!

Pecados Safados
Betti Brown
Editora Record. 1995.
Isabel, uma aluna de colégio de freiras descobre-se homossexual desde muito cedo e aos poucos vai tentando desvendar e entender os mistérios de seu comportamento. O palco de suas vivências relatadas com muito humor é a conservadora Curitiba. Acompanhe as aventuras dessa garota de colégio que passa a viver num mundo clandestino, cheio de intrigas, amores proibidos, sexo e muita doçura. • • •
Review www.clubesafo.impg.com.br


Turismo para Gays e Lésbicas - uma viagem reflexiva
Luciano Amaral Oliveira
E-mail: leoliveira@atarde.com.br
Publicado pela Editora Roca, foi escrito em uma linguagem simples pelo Prof. Luciano Amaral Oliveira. Abordando a promoção do turismo para a comunidade brasileira de gays e lésbicas, o livro é um convite à reflexão. Qual é o perfil do turista gay e da turista lésbica? Quais são os destinos mais visitados por esses turistas? Como a comunidade de gays e lésbicas pode beneficiar o turismo no Brasil e como o turismo pode beneficiar a comunidade brasileira de gays e lésbicas? O que precisa ser feito para que o turismo para gays e lésbicas seja desenvolvido no Brasil? As respostas a essas perguntas estão neste livro, que convida à reflexão acerca de questões relacionadas ao turismo e à homossexualidade. • • •
Sugerido à Labris pelo próprio autor.

A Noite Mais Escura e Eu
Lygia Fagundes Telles
Editora Rocco
O título refere-se a um verso de um poema de Cecília Meireles: "Ninguém abra a sua porta para ver o que aconteceu: saímos de braços dados a noite escura e eu". No conto: "Uma branca sombra pálida", Lygia fala de uma mãe que tenta compreender como a sua filha pode ter tido uma mulher como amante. • •

A História Secreta
Donna Tartt
Editora Cia das Letras. 1995.
Sugerido ao Labris por uma visitante.

Queda para o Alto
Herzer
Editora Vozes. 1995.
Sugerido ao Labris por uma visitante.

A Corrente Partida
Marion Zimmer Bradley
Editora Imago
Darkover é um mundo exclusivamente dominado por homens. Em meio a uma cultura machista, algumas mulheres se rebelam e se tornam Free Amazons. A Corrente Partida é a história de Jaelle, uma garota aristocrata adotada pelas Amazonas, e de Magda, uma mulher terráquea que se vê forçada a aderir ao grupo. Leitura infanto-juvenil, recomendada para quem gosta de aventura. • •
Obrigada a Valéria pela sugestão!

A Casa de Thendara
Marion Zimmer Bradley
Editora Imago
Continuação de A Corrente Partida. Centra-se na dura adaptação de Magda à vida como Amazona e de Jaelle à vida em meio aos terráqueos. • •
Obrigada a Valéria pela sugestão!

Cidade da Magia
Marion Zimmer Bradley
Editora Imago
Terceira parte da saga das Free Amazons. Em busca de respostas que transcendem o muno físico, Magda, Jaelle e Camilla, Amazona e amante de Magda, partem em busca de uma cidade lendária, acessível somente às mulheres. • •
Obrigada a Valéria pela sugestão!

Orlando
Virginia Woolf
Editora Nova Fronteira
Orlando começa sua vida como um jovem nobre no Século XVI e atravessa diversos mundos históricos e geográficos até finalmente se transformar em uma escritora moderna nos anos 20. O livro é dedicado à amante de Virginia, Vita Sackville-West. Para os amantes da literatura, Orlando, acima de qualquer outro rótulo, é um desfio às normas da literatura histórica e ficcional. •

A Quem Interessar Possa
Bebeti Gurgel
Editora Brasiliense. 1993.

O Lesbianismo no Brasil
LuízMott

O Discurso da Homossexualidade Feminina
Denise Portinari

Inscrito no Corpo
Jeanette Winterson
Editora Rocco.


A Paixão
Jeanette Winterson
• • •

A Cor Púrpura
Alice Walker
Editora Nobel. 1987.


Gertrude e Alice
Diana Souhami
• • •

Flores Raras e Banalíssimas
Carmem Oliveira
Editora Rocco. 1995.
• • •

Pele de Gaya - Amor Enter Mulheres
Conceição Couto Netto
Editora Numen. 1993.

Tomates Verdes Fritos
Funnie Flagg
Editora Globo


A Coisa Obscura

Uma Flor Para os Malditos

De Vita Para Violet

Outras Mulheres
Lisa Alther
Editora Imago.

O Sexo Proibido
Luiz Mott.
Editora Papirus. 1998.

A Serpente e a Flor
Cassandra Rios
legenda Narrativa lésbica | |
Lésbica secundária |
Alusões ao lesbianismo
sua sugestãoClique aqui e comente ou sugira um livro à Labris. nossos favoritos
A Paixão

O Poço da Solidão

Orlando

Pecados Safados

Adeus, Maridos

Meu Primeiro Amor

Outros Hábitos


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16/10/2003 13:54
Estudo britânico conclui que orientação sexual é determinada antes do nascimento (3/10/2003)

Um novo estudo, realizado pela UEL (University of East London) e pelo Instituto de Psiquiatria, pretende provar que a orientação sexual de um indivíduo é definida antes de seu nascimento, sendo enraizada no cérebro humano junto com outros traços-chave da característica.

O relatório investiga as diferenças entre os sexos em testes de respostas ao susto, especificamente a reação do piscar de olhos a repentinos barulhos altos. De acordo com o divulgado hoje, foi notada uma diferença entre os pesquisados héteros e homossexuais. E, como a resposta ao susto é uma reação involuntária, um produto de condições ambientais, pesquisadores afirmam que isso é um forte indício de que a orientação sexual é determinada antes do nascimento.

Foi usada uma técnica que mede a força das respostas a barulhos em alto volume. Os resultados mostram claras diferenças entre os grupos, com lésbicas apresentando mais força (33%) comparada a das mulheres heterossexuais (13%). A diferença entre homens heterossexuais e gays é menos extrema, 40% e 32%, respectivamente, mas os cientistas afirmam que essa diferença é significativa.

“A resposta ao susto é pré-consciente e não pode ser aprendido”, explica Oaziu Rahman, da UEL. “É mediado por uma região do cérebro chamada ‘sistema límbico’ que também controla o comportamento sexual.”

Rahman afirma que a descoberta pode ter um grande impacto na maneira como a sexualidade é tratada, tanto culturalmente como em programas de saúde.

“Essas descobertas devem afetar para o bem o jeito como nossa sociedade lida com sexualidade e com temas que tratem de orientação sexual. Devem também ter uma grande penetração nas implicações em saúde, oferecendo dicas de por que homens e mulheres e gays e lésbicas algumas vezes sofrem de diferentes tipos de problemas psicológicos.”

Para o cientista, se for sabido que certos grupos diferem de outros no funcionamento do cérebro a classe médica estará em posição de oferecer tratamentos para grupos particulares

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16/10/2003 13:54
Presidente da Câmara se diz a favor da parceria civil no lançamento da Frente Parlamentar (8/10/2003)

J.C. Rangel

Parlamentares e ativistas durante lançamento da Frente, em Brasília
De Osmar Gomes
De Brasília

O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, anunciou nesta quarta-feira, durante o lançamento da Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual, no Salão Nobre, que é favorável ao projeto de parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo, o qual foi apresentado como união civil, originariamente, em 1995, pela ex-deputada Marta Suplicy, atualmente prefeita de São Paulo.

Com bandeiras, cartazes e faixas, representantes de movimentos organizados de todo o País estavam presentes em uma solenidade que contou com parlamentares de fato envolvidos com os direitos civis reivindicados pelos homossexuais, entre os quais a senadora Ideli Salvatti (PT/SC), os senadores Eduardo Suplicy (PT/SP) e Sérgio Cabral (PMDB/RJ) e os deputados federais Luciano Zica (PT/SP), Fernando Gabeira (PT/RJ), Iara Bernardi (PT/SP), Fátima Bezerra (PT/RN) e Maria do Rosário (PT/RS).

No ato de lançamento da Frente, o argentino Rafael Freda, assessor do Parlamento da Província Autônoma de Buenos Aires para questões de gênero e educação, trouxe ao Brasil documento de deputados portenhos como manifesto de apoio à iniciativa do Congresso brasileiro. Ele falou sobre a experiência da aprovação do registro público de uniões civis estáveis em Buenos Aires e na Província de Rio Negro, fatos inéditos na América Latina.

Em Buenos Aires, segundo Freda, desde a sanção da lei, em janeiro deste ano, já houve 60 registros públicos de uniões entre pessoas do mesmo sexo que comprovaram uma relação estável de, ao menos, dois anos. "Essa Frente brasileira receberá todo nosso apoio", declarou.

No documento de lançamento da Frente, os parlamentares do Brasil sustentam que "o Brasil tem avançado no objetivo de assegurar os mecanismos para combater o racismo e as desigualdades de gênero; a proteção dos direitos humanos é preocupação das casas legislativas, do Executivo federal e de diversos executivos estaduais e municipais. O debate sobre políticas afirmativas para afro-descendentes e portadores de necessidades especiais ganha corpo. O respeito à diversidade é um valor cotidianamente incorporado em nossa sociedade. Contudo, apesar destes avanços, a comunidade de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais ainda não tem seus direitos assegurados pela legislação federal. Mais grave ainda: apesar do crescimento do movimento homossexual, a homofobia e a violência contra gays, lésbicas e travestis continuam tristemente fazendo parte de nosso cotidiano."

Após o lançamento oficial, com café da manhã, houve um debate no auditório do Anexo IV, quando Rafael Freda explicou detalhes do processo de aprovação da lei portenha. O projeto, formulado pela juíza especialista em direito de família, Graciela Medina, foi legitimado pela Comunidade Homossexual Argentina. No Parlamento de Buenos Aires, é possível a sociedade inscrever projetos de lei, os quais recebem a assinatura de algum parlamentar antes da publicação. "A sociedade argentina, apesar de algumas manifestações contrárias de cunho mais religioso do que político-civil, nos apoiou e nos garantiu força política para a aprovação da lei que mudou valores. Hoje, as pessoas falam de forma diferente a respeito das relações afetivo-sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Falam duas mulheres que se amam, dois homens que se amam e são `casados´. A aprovação da lei foi de fundamental importância para a mudança do paradigma cultural, porque nos serviu como um símbolo de respeito e dignidade".

No Brasil, conforme o deputado Fernando Gabeira, a conjuntura ainda não é a mais propícia para a aprovação de proposições relativas aos direitos dos homossexuais, devido à forte presença das bancadas evangélica e católica. Mas o objetivo da Frente, conforme os deputados e senadores, é justamente se tornar um canal de contínua comunicação com a sociedade para referendar, conjuntamente, matérias que podem ir à votação. "Hoje, a sociedade, o que não ocorria até pouco tempo atrás, respeita a relação estável dos homossexuais. Exemplo disso é a atual novela que narra a relação entre duas mulheres. A sociedade não está pressionando e pedindo para tirar do ar, pelo contrário há um efetivo apoio a essa relação. Isso demonstra que a Frente surge em um momento de extrema importância, porque corre atrás do que a sociedade já está pautando, que é o respeito à cidadania homossexual", declarou a senadora catarinense Ideli Salvatti, autora de proposta de emenda constitucional (PEC) aprovada e regulamentada que proíbe a discriminação por orientação sexual.

O ouvidor da Câmara, deputado Luciano Zica, destaca que a Frente é uma continuidade dos trabalhos iniciados neste ano. Em julho, houve a realização de amplo seminário sobre políticas públicas para a comunidade de gays, lésbicas, travestis e transexuais. Em agosto, pela primeira vez na história de 180 anos do Parlamento brasileiro, foi realizada uma sessão solene, requerida pela deputada Maria do Rosário, para homenagear o Dia do Orgulho Gay. A deputada federal Iara Bernardi, coordenadora da bancada feminina no Congresso, diz que "a Frente é um significativo passo dado pelo poder Legislativo em direção à cidadania dos homossexuais."

Já a deputada FátimaBezerra (PT/RN) argumenta que "através da Frente será promovido um debate público sobre uma questão que há muito tempo vem sendo mascarada na sociedade, seja pelo preconceito, hipocrisia ou pelo silêncio. Precisamos avançar e aceitar as diferenças, respeitando a pluralidade dos grupos que constituem a nossa sociedade."

O próximo encaminhamento da Frente pela Livre Expressão Sexual, constituída de aproximadamente 60 parlamentares (até hoje), é debater junto aos representantes do movimento homossexual quais são os projetos prioritários para pressionar pela tramitação rumo do Plenário da Câmara e do Senado, tarefa que não será das mais fáceis, conforme a opinião da maioria dos militantes do movimento homossexual.

No documento de lançamento da Frente, os parlamentares sustentam que "o Brasil tem avançado no objetivo de assegurar os mecanismos para combater o racismo e as desigualdades de gênero; a proteção dos direitos humanos é preocupação das casas legislativas, do Executivo federal e de diversos executivos estaduais e municipais.”





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16/10/2003 13:53
Proposta absurda de deputado, que quer que beijo gay seja contravenção, causa revolta (14/10/2003)

Mais uma daquelas notícias de arregalar o olho chegou aos ouvidos da comunidade GLBT brasileira. O deputado federal Elimar Máximo Damasceno, do Prona-SP (olha o Prona aí de novo) entrou com um projeto na Câmara dos Deputados que quer tornar contravenção penal o “beijo lascivo”, em público, entre pessoas do mesmo sexo. Sim, é isso mesmo, se depender deste senhor, casais homossexuais que se beijarem em público estarão passíveis de serem punidas com multa ou prisão (?!?!).

Claro, a notícia causou furor, com muita razão, naqueles que bradam pelos direitos homossexuais no Brasil.

Abaixo, segue uma cópia de um e-mail de resposta ao distintíssimo parlamentar enviado pela advogada Cristiane Araújo de Mattos, de Governador Valadares (MG).

“É absurdo que nós, advogados, que amamos nossa profissão e nos mantemos constantemente atualizados com as propostas do legislativo por respeito a nossos clientes, tenhamos que nos deparar com um projeto desses …

Falta consciência de ser humano, caráter e convicção (talvez até vocação) política nessa pessoa que se utiliza de várias outras (estamos aqui falando dos eleitores) para, ao invés de
promover ações que melhorem ou minimizem as dificuldades enfrentadas pelo povo brasileiro, fomentar a discriminação e o ódio entre seres humanos que, graças a Deus, são diferentes uns dos outros…

Continuando dessa forma daqui a pouco o Deputado vai propor uma lei que proíba os negros de se sentarem em determinado lugares nos coletivos, ou as mulheres de trabalharem fora, ou os homens de exercerem atividades como as de estilista,
cozinheiro…

Faça-me o favor! TODOS OS SERES HUMANOS MERECEM RESPEITO E O RESPEITO NÃO É PROVENIENTE DO QUE ESTÁ ESCRITO EM NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, MAS SIM NO QUE ESTÁ EM NOSSA PELE, EM NOSSOS SENTIMENTOS, EM NOSSA ALMA… RESPEITO É PRINCÍPIO!

Cristiane Mattos, advogada, lésbica, ser humano”


enviada por Entendida



15/10/2003 13:00
Doutor, meu filho é Hetero!!!
por Paulo Reis dos Santos


O menino chega da escola arrumado. Joga a mochila num canto, não fala
com ninguém e se tranca no quarto. A mãe preocupada tenta, inutilmente,
fazê-lo falar sobre o que está acontecendo. O pai desconversa, ante a
preocupação da mãe que lhe pede para conversar com o filho:
- O menino é adolescente, e nesta fase da vida os hormônios se alteram
constantemente, modificando o humor e o comprotamento. Com o tempo tudo
se acomoda e as coisas voltam ao normal.
O boletim escolar comprovava a desatenção nas aulas e a falta de empenho
para aprender a matéria. Na reunião de pais e mestres, os professores
confirmam a desatenção do aluno e dizem não saber o motivo, nem o que
fazer:
Os pais atarantados levam-no a um psicólogo, que após um bate papo com o
garoto chega ao seu veredicto:
- O menino é heterossexual e está apaixonado por uma colega da escola!
Alarmados, a mãe começa a dizer impropérios, culpando-os pela
desorientação sexual do filho amado.
- Meu Deus, onde errei? Meu filho querido, que fiz eu para você ser
assim?
O pai ameaça interná-lo numa clínica de reeducação juvenil:
- Você é jovem, espero que ainda dê tempo de reverter esse comportamento
ignóbil!
- Eu sei que estou errado, até tentei olhar para o corpo dos meus amigos
no banho, depois da educação física, mas não me interessei. Eu não sei o
que fazer, não gosto de ser assim. Eu queria tanto ser gay, sentir tesão
por homem...mas não consigo!
- Vamos interná-lo o mais rápido possível, diz o pai, cioso de seu
dever.
- Mas será que nao tem outro jeito? Diz a mãe, tentando colocar panos
quentes na situação.
- É inevitável! Já pensou o que nossos amigos dirão quando souberem que
temos um filho heterossexual dentro de casa?
E assim fizeram. O menino passou uns tempos numa clínica de tratamento
psicológico que prometia, num de seus folhetos, revereter a
heterossexualidade juvenil.
A notícia se espalhou como fogo num rastilho de pólvora. Primeiro entre
os parentes masi próximos, depois foram os amigos mais íntimos que
ficaram boquiabertos. Por fim, todos na cidade, e principalmentie na
escola ficaram sabendo do acontecido. Ninguém conseguia entender como
aquele menino, nascido em lar tão equilibrado e centrado, tinha
descambado deste jeito para a heterossexualiadade.
Quando foram buscar o garoto na clínica, antes de receber alta, o médico
que tratara, chamou os pais de lado e lhes deu a triste e definitiva
notícia:
- O caso era irreversível, o menino participau com empenho de todas as
atividades propostas pelo tratamento, demonstrando um interesse em
"curar-se". Até que se excitou vendo as fotos do Rodrigo Pavanelo na G
Magazine, mas assistiu enfastiado Luckas History 2. Participou da
terapia de sexo grupal entre garotos, com total desinteresse, colocando
em risco o desempenho dos demais pacientes.
- Não culpem e muito menos se culpem por isso. Segundo estudos, 10% da
população mantém um comprotamento sexual exclusivamente heterossexual.
Creio que seu filho esteja entre esta parcela.
- Nããããoooo !!! Com meu filho não! Como isto pode acontecer, doutor? Eu
sempre fui uma mãe tão atenciosa, tão amorosa, tão carinhosa...
- E eu sempre fui um pai ausente, preocupado com o sustento e manutenção
de minha família...Sabe doutor, a gente tem umas economias...e se o
mandarmos fazer um tratamento nos Estados Unidos?
- Pode ser, mas eu os previno para não se deixarem levar pela esperança.
Existem algumas pesquisas quanto ao fator hereditário da
heterossexualidade, há estudos, também, quanto a uma disfunsão genética,
mas nada comprovado até o momento. Além do mais, ter um filho hetero não
é tão ruim assim. O importante é que ele seja honesto e digno.
Aceitem-no do jeito que ele é, e respeitem-no, afinal, ninguém tem culpa
disto.
Voltaram os três para casa, mudos, calados. O menino amuado, sentindo-se
o último dos seres, enterrado no banco de traz do carro.
Em casa, após uma longa e dolorida conversa, os pais decidiram apoiar o
filho em sua orientação sexual. Às favas às más línguas, os vizinhos, a
sociedade. Seu rebento era hetero, gostava de meninas, e eles o amavam
do jeito que ele era!
Os anos se passaram, o menino cresceu, se formou em adiministração de
empresas, conheceu uma garota e se acsou. Tiveram uma linda filhinha
que, para alegria dos avós, desde cedo gostava de carrinhos e bolas.
A única Barbie que ganhara na vida viu sua cabeça transformada em bola
de gude, sem corpo e sem cabeça, a rolar pela terra num jogo, junto com
suas coleguinhas de escola.

Paulo Reis dos Santos faz pare do IDENTIDADE - Grupo de Ação Pela
Cidadania Homossexual


enviada por Entendida



11/10/2003 12:37
Povo eu não acredito !!!!!!!!!!!!!!!
To totalmente decepcionada .......
Que ceninha vagabunda e mal feita .... foi só pra ingles ver aquele beijo sem graça e aquela desculpa de perna quebrada do guri pra duas fazerem a cena juntas de Romeu e Julieta!!!!!!!!
Estou decepcionada ....
PUTA QUE PARIU viu !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ai gente desculpa mas tinha que desabafar !!!!!!!









enviada por Entendida



10/10/2003 10:04
Bom Dia Pessoal !!!!!!! Como estão ?
Eu estou ótima !!!!! Tá tdo legal ... to estudando muito para o concurso !!!!!! Vamos ver ... torçam para mim !!!!
Ganhei um gatinho da minha gatona!!!!!! Heheheheheh olha ele aí !!!!!!Faz compania para o Fly !!!!!



Um grande beijo a todos

enviada por Entendida



04/10/2003 09:23
E aí pessoas!!!! Bem .... eu dei uma ajeitadinha no layout!!
Mudou pouca coisa!!!!!!! Agora tem um link pro meu album de fotos não deixem de visita-lo OK?!!!
Beijo ...
Muita paz pra todos .....
enviada por Entendida



04/10/2003 08:48
Bom dia galerinha como vai?
Aqui está tudo ótimo !!!!! Eu to estudando um monte para o concurso do BB e vamos ver se eu passo ... quero muito passar ... quero muito !!!! Eu preciso !!!!!!!!!
De resto tá tudo bem ... o sesc anda bem .... eu trabalhando de noite to numa tranquilidadde só !!!!!!!!!! Bem ..... vou tentar postar mais vezes !!!!!!!!!
Um beijo .....
Até mais ....


enviada por Entendida



24/09/2003 13:58
Oi Pessoal Tudo bom ?
Bem comigo está tudo muito bem !!!
Sem grandes novidades ...
A Partir de agora eu vou começar a estudar para o concurso do Banco do Brasil!!!!! Vamos ver se eu melhoro de vida pois não tá fácil viu .... depender da mãe pra tudo é muito ruim eu to num momento que tenho que me desligar finaceiramente da mãe vcs entendem?
O custo de vida tá cada vez maior e o que ela manda não tá dandop não!
O SESC me paga o salário de estagiária, apesar de ser a empresa que melhor paga, para quem mora sozinha, para quem tem que se sustentar não é o suficiente!!!!! Eu adoro trabalhar lá, o salário é mais que justo mas não vai durar para sempre tenho que ir me agilizando não é?
Pois é galera !!!!!!!
Bem ... eu vou ficando por aqui !!!!!
To colocando um link para meu album de fotos !!!!!! Visitem OK!



Um grande beijo a todos !!!!!

http://fotos.terra.com.br/album.cgi/juliamendes


enviada por Entendida



18/09/2003 23:11
Carta do Conselho Federal de Psicologia reitera proibição da promessa de cura para gays (17/9/2003)

Uma carta encaminhada pelo Conselho Federal de Psicologia a seus membros reiterou a posição da entidade em relação à resolução 01/99, que proíbe os profissionais a tratar a homossexualidade como doença.

A comunicação se deu devido às manobras que psicólogos evangélicos vêm fazendo para tentar derrubar a resolução e prometer a “cura” dos homossexuais.

Na carta, o presidente do Conselho, Odair Furtado, lembra da proibição da promessa de cura por psicólogos, baseada nas normas da Organização Mundial de Saúde, afirma que a resolução não impede os profissionais de atenderem aqueles que queiram reduzir seu sofrimento causado pela orientação sexual, seja ele homo ou heterossexual, e que a ética da psicologia é laica, não podendo os psicólogos confundirem suas crenças religiosas com o exercício da profissão.

Vale destacar que a edição da revista “Veja” desta semana traz, no texto “A Reinvenção de Si Próprio”, uma conclusão de Martin Seligman, PhD da Universidade da Pensilvânia e renomado estudioso nessa área, que é impossível transformar a homossexualidade em heterossexualidade, conclusão considerada óbvia pela revista.

Abaixo, segue a íntegra da carta do Conselho Federal de Psicologia:

“Conselho Federal de Psicologia vem esclarecer alguns pontos importantes relacionados à Resolução CFP Nº 01/99 que estabeleceu normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.

1. A resolução CFP Nº 01/99, baseada nos princípios da ética profissional do psicólogo, regulamenta que os psicólogos deverão contribuir com seu conhecimento para o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas. Neste sentido proíbe os psicólogos de qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas e proíbe os psicólogos de adotarem ações coercitivas tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

2. A resolução impede os psicólogos de colaborarem com eventos ou serviços que proponham tratamentos e cura das homossexualidades, seguindo as normas da Organização Mundial de Saúde e impede que os psicólogos participem e se pronunciem em meios de comunicação de massa de modo a reforçar o preconceito social existente em relação aos homossexuais como portadores de desordem psíquica.

3. A resolução não impede os psicólogos de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, seja ela homo ou heterossexual. A proibição é claramente colocada na adoção de ações coercitivas tendentes à cura e na expressão de concepções que consideram a homossexualidade doença, distúrbio ou perversão.

4. Os psicólogos não podem, por regra ética, recusar atendimento a quem lhes procure em busca de ajuda. Por isso é equivocada qualquer afirmação de que os psicólogos estão proibidos de atenderem homossexuais que busquem seus serviços, incluindo a demanda de atendimentos que possam ter como objeto o desejo do cliente de mudança de orientação sexual, seja ela hetero ou homossexual. No entanto, os psicólogos não podem prometer cura, pois não podem considerar seu cliente doente, ou apresentando distúrbio ou perversão.

5. Por fim, cabe salientar que a ética dos psicólogos é laica e portanto o exercício da profissão não pode ser confundido com crenças religiosas que os psicólogos por ventura professem.
Atenciosamente,

Odair Furtado
Presidente do Conselho Federal de Psicologia
Setembro/2003"


enviada por Entendida



18/09/2003 12:52





enviada por Entendida



18/09/2003 11:48
Oi Pessoalzinho !!!!!!!! Bem ...
por aqui está tudo super bem .... to na minha vidinha mais ou menos ... tudo tranquilo e a mesma rotina de sempre !!!!!
Um grande beijo a todas .
enviada por Entendida



14/09/2003 10:40
Pessoas... Leiam este trecho do livro “Vida e Sexo” de Chico Xavier, que esclarece a visão espírita sobre a homossexualidade. É exatamente isso o que devemos saber, e não a opinião preconceituosa, desumana, obsoleta, inexpressiva e inútil da igreja católica...

Pergunta: Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?
Resposta: Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar.
Item n.º 202, de O livro dos Espíritos

A homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com uma outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação. Observada a ocorrência, mais com os preconceitos da sociedade, constituída na Terra pela maioria heterossexual, do que com as verdades simples da vida, essa mesma ocorrência vai crescendo de intensidade e de extensão, com o próprio desenvolvimento da Humanidade, e o mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie, somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade ao respeito e à atenção devidos às criaturas heterossexuais.
A coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos, para se erguerem como agentes mais elevados de definição da dignidade humana, de vez que a individualidade, em si, exalta a vida comunitária pelo próprio comportamento na sustentação do bem de todos ou a deprime pelo mal que causa com a parte que assume no jogo da delinqüência.
A vida espiritual pura e simples se rege por afinidades eletivas essenciais; no entanto, através de milênios e milênios, o Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição feminina, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.
O homem e a mulher serão, desse modo, de maneira respectiva, acentuadamente masculino ou acentuadamente feminina, sem especificação psicológica absoluta.
A face disso, a individualidade em trânsito, da experiência feminina para a masculina ou vice-versa, ao envergar o casulo físico, demonstrará fatalmente os traços da feminilidade em que terá estagiado por muitos séculos, em que pese o corpo de formação masculina que o segregue, verificando-se análogo processo com referencia à mulher nas mesmas circunstâncias.
Obviamente compreensível, em vista do exposto, que o Espírito no renascimento, entre os homens, pode tomar um corpo feminino ou masculino, não apenas atendendo-se ao imperativo de encargos particulares em determinado setor de ação, como também no que concerne a obrigações regenerativas.
O homem que abusou das faculdades genésicas, arruinando a existência de outras pessoas com a destruição de uniões construtivas e lares diversos, em muitos casos é induzido a buscar nova posição, no renascimento físico, em corpo morfologicamente feminino, aprendendo, em regime de prisão, a reajustar os próprios sentimentos, e a mulher que agiu de igual modo é impulsionada à reencarnação em corpo morfologicamente masculino, com idênticos fins. E, ainda, em muitos casos, Espíritos cultos e sensíveis, aspirando a realizar tarefas específicas na elevação de si próprios, rogam dos Instrutores da Vida Maior que os assistem a própria internação no campo físico, em vestimenta carnal oposta à estrutura psicológica pela qual transitoriamente de definem. Escolhem com isso viver temporariamente ocultos na armadura carnal, com o que se garantem contra arrastamento irreversíveis, no mundo afetivo, de maneira a perseverarem, sem maiores dificuldades, nos objetivos que abraçam.
Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra à maioria heterossexual. E para que isso se verifique em linhas de justiça e compreensão, caminha o mundo de hoje para mais alto entendimento dos problemas do amor e do sexo, porquanto, à frente da vida eterna, os erros e acertos dos irmãos de qualquer procedência, nos domínios do sexo e do amor, são analisados pelo mesmo elevado gabarito de Justiça e Misericórdia. Isso porque todos os assuntos nessa área da evolução e da vida se especificam na intimidade da consciência de cada um.

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12/09/2003 12:50
:: Ellen DeGeneres apresenta nova namorada


Depois do trauma do abandono, Ellen DeGeneres finalmente parece feliz ao lado de sua nova namorada, a gata Alexandra Hedison. “Ela é uma pessoa maravilhosa, muito pé no chão, muito saudável...Eu a testei. Apresentei-a a vários amigos e ela passou”, contou entusiasmada. Mas elas não devem se casar, pelo menos por enquanto. “Eu não devo colocar uma grinalda tão cedo” fez questão de afirmar.

Ellen deixou transparecer em entrevista a TV Guide que parece ainda não ter esquecido completamente a ex Anne Heche. Ela acaba de queimar os negativos do documentário que rodou sobre ela. Durante as filmagens há dois anos Anne Heche e o cinegrafista Cooley Laffoon tiveram um caso e acabaram se casando. “ Todo mundo passa por situações horríveis na vida. Mas sentar e assistir basicamente um reality show é demais. Eu assisti até não poder mais” declarou a ainda ferida comediante.





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12/09/2003 12:49
:: Beijo esperado não acontece no VMB e frustra platéia

Desde a entrada de Aline Moraes e Paula Picarelli para anunciar o prêmio de melhor videoclipe pop a platéia gritou “Beija! Beija!” e aplaudiu com enorme entusiasmo. Picarelli começou fazendo um belo discurso pela diversidade e em favor da liberdade de amar, em clara referência às suas personagens em Mulheres Apaixonadas que formam o mais são casal da novela global. Elas prometeram que iam mostrar “o que o Brasil inteiro quer ver”. Fizeram suspense, se aproximaram e parecia que iam se beijar. Mas não rolou. Ah, e o prêmio acabou indo para Skank, com o clipe de Dois Rios.

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12/09/2003 12:49
:: Clara e Rafaela podem finalmente se beijar

O beijo que milhões de telespectadores de Mulheres Apaixonadas esperam pode finalmente acontecer. Só que em outra emissora. Aline Moraes e Paula Picarelli, que formam o casal de bolachas adolescentes Clara e Rafaela da novela global, foi convidado pela MTV para se beijarem durante apresentação do prêmio “melhor banda pop” no VMB, que acontece nesta terça-feira, 26/8, no Anhembi em São Paulo. As meninas ainda não confirmaram se vão se beijar. Confira.








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12/09/2003 12:43



Beijaços e Bicotas
2003 é o Ano dos Beijos Lésbicos

por Vange Leonel
10/9/2003

Mal iniciamos o segundo semestre e já podemos eleger 2003 como o Ano dos Beijos Lésbicos. Desde Hebe Camargo e suas "bicotas" até as beijoqueiras Lena e Julia da dupla russa t.A.T.u., as mulheres parecem ter liberado geral. Nesta semana, o destaque fica por conta das cantoras Madonna, Britney Spears e Christina Aguillera que se beijaram de língua durante o Vídeo Music Awards que será transmitido pela MTV Brasil no próximo dia 12 de setembro, às 21 horas.

A incrível popularização do beijo na boca entre mulheres reafirma uma série de postulados sobre a sexualidade feminina. Em primeiro lugar, que as mulheres têm a sexualidade mais fluida, ou seja, as heterossexuais muitas vezes têm vontade de "experimentar o outro lado". Em segundo lugar, que as mulheres têm maior facilidade para expressar afeto publicamente. Em terceiro lugar, entre as manifestações homoafetivas, o beijo entre mulheres parece ser o mais aceito pela maioria de homens heterossexuais (o que facilita sua disseminação, já que são eles que mandam no mundo). Para completar, segundo uma ótica biológico-evolutiva, o homoerotismo feminino é uma prática regular entre nossas primas mais próximas, as macacas bonobo, como forma de aliviar o estresse e promover a harmonia no grupo.

Ou seja, se a prática nasceu há centenas de milhares de anos, não se pode dizer que esse negócio de mulher beijar mulher é uma "modinha atual e passageira". Mais correto seria encarar esta série de manifestações homoeróticas de 2003 como a esperada liberação de algo que sempre existiu e esteve latente desde o surgimento das religiões monoteístas (que empurraram as mulheres e suas sexualidades para dentro de um armário sufocante). Pois bem, minhas queridas, a garrafa foi destampada: agora, é só deixar o homoerotismo feminino escorrer.

As Beijoqueiras
Hebe Camargo e convidadas - a apresentadora Hebe Camargo popularizou a bicota entre mulheres ao distribuir selinhos na boca de suas convidadas. "É verdade, a moda pegou, é bárbaro! Acho que descobriram que é gostoso", ela declarou em entrevista ao JT. Mas nem todas as convidadas ficam à vontade com a desenvoltura e Hebe. A apresentadora contou que Beatriz Segall, assustada, fechou os olhos durante o selinho e que a cantora Alcione virou o rosto quando percebeu que Hebe mirava sua boca. Por outro lado, confessou a apresentadora, há pessoas como Daniella Cicarelli, que sempre pedem por mais um!

Ana Maria Braga e Simone - depois que se separou do marido, a apresentadora do matinal "Mais Você" foi vista inúmeras vezes acompanhada da cantora Simone, com quem se deixou fotografar dando selinhos na boca. Apesar de levar numa boa a "opção sexual" da cantora, Braga disse que as duas eram apenas "boas amigas". Que seja. Isso só prova que a homoafetividade não é prerrogativa das lésbicas: mulheres heterossexuais também podem amar outras mulheres, a seu modo.

Letícia Spiller e Maria João - durante a festa de encerramento da novela "Sabor da Paixão", as atrizes Letícia Spiller e Maria João protagonizaram um pequeno show para os fotógrafos presentes, engatando um afetuoso beijo na boca. Mais que um simples selinho, o beijo teve direito a braços entrelaçados e coxas se esfregando. Elas juram que é só amizade. Eu acredito: amiga é para essas coisas.

Julianne Moore e Barbara Walters - o quê há com as apresentadoras de televisão afinal? Não são só as brasileiras Hebe e Ana Maria Braga que estão colocando suas asinhas sáficas para fora. Nos Estados Unidos, a popularíssima e respeitada Barbara Walters também protagonizou um beijo lésbico em rede nacional de TV. Quando a atriz Julianne Moore foi ao seu programa divulgar "As Horas", Walters perguntou se era verdade que Moore (que beijou a atriz Toni Colette no filme) havia dito ser mais gostoso beijar uma mulher que um homem. Diante da resposta afirmativa da atriz, Walters, curiosa, pediu que Moore a beijasse, só para que pudesse conferir se era bom mesmo beijar alguém do mesmo sexo. Moore não hesitou e tascou um beijo, ao vivo, na apresentadora. Depois, perguntou a Barbara: "E aí, como foi?". Ela respondeu: "Divino!".

Sharon Stone e Joni Rimm - durante um leilão beneficente, a ricaça Joni Rimm arrematou um beijo da atriz Sharon Stone pela módica quantia de 54 mil dólares! O beijo havia sido colocado em leilão pela atriz para ajudar o "Project Angel Foods", uma organização que fornece comida gratuita para pessoas com AIDS. Se Rimm surpreendeu cobrindo todos os lances de seus colegas homens, Stone não fez por menos: na hora de pagar o prometido, engatou um beijo de língua em Rimm, que durou exatamente 45 segundos! Quem assistiu à cena, confirma: foi um beijo apaixonado. Isso, sim, é uma boa ação!

Clara e Rafaela - aqui no Brasil, o beijo mais esperado do ano é, sem dúvida, o das personagens Clara e Rafaela na novela "Mulheres Apaixonadas". Embora o beijo explícito na tela não tenha acontecido ainda, o fato é que as meninas já se beijaram na boca, porém fora de quadro. Durante uma cena em que Clara se despedia de Rafaela, a câmera, num certo momento, deixou de acompanhar as atrizes que saíram do seu alcance. Num truque inédito na telenovela brasileira, o telespectador viu, por alguns segundos, apenas uma sala vazia, sem personagens, atores ou atrizes. Onde estavam Clara e Rafaela? Logo ali ao lado, fora do enquadramento, dando um demorado beijo na boca! Depois voltaram à cena, com cara de que comeram doce e lambuzaram as mãos.

Madonna, Britney Spears e Christina Aguillera - durante o MVB, as atrizes Aline Moraes e Paula Picarelli (Clara e Rafaela) não puderam atender aos pedidos empolgados da platéia para que se beijassem na boca porque não foram autorizadas pela Globo. Em compensação, na edição americana da premiação (que será transmitida pela MTV Brasil no dia 12, às 21horas), as cantoras Madonna, Britney Spears e Christina Aguillera se beijaram de língua enquanto cantavam "Like a Virgin". Aguillera, porém, disse que a virginal Britney estava receosa durante os ensaios. No dia seguinte, Spears teve a cara de pau de dizer que nunca mais iria beijar outra mulher novamente, a não ser, claro, que essa mulher fosse Madonna. É, o beijo deve ter deixado marcas... Afinal, segundo declarou Aguillera logo após a apresentação do VMA, Madonna "tem lábios delicados e beija muito bem".

t.A.T.u. - finalmente, o prêmio de maiores beijoqueiras do ano vai para a dupla russa t.A.T.u., que se beijou na boca em clipes, fotos de divulgação, revistas, jornais, eventos, calendários, apresentações, shows e onde mais coubesse manifestações explícitas de homoerotismo feminino adolescente. Julia e Lena foram acusadas de farsantes, de inventar uma relação lésbica entre elas só para vender mais CDs, de fazer marketing exagerado em cima de seu alegado amor lésbico, mas não importa: foram elas as verdadeiras responsáveis pelo "boom" lésbico do ano. Além de se beijarem à exaustão, a dupla se apresentou no MTV Movie Awards acompanhadas de cerca de 200 bailarinas que, ao final da música, se beijaram na boca, demoradamente. Nunca se viu na TV tantas mulheres se beijando na boca ao mesmo tempo! Viva 2003!



















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12/09/2003 12:40
Oi Pessoalzinho tudo bom?Comigo está tudo ótimo!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Estou escrevendo aqui da faculdade no meu horário de almoço, hoje tenho tenho aula até as 3 da tarde !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A... nõ tenho muita coisa para contar ...... tá tudo no ritmo tudo na mesma rotina de sempre .... faculdade e trabalho ... em casa tá tudo bem ..... o Fly tá lindo como sempre ... eu a Lúcia eternamente apaixonadas ... nada pode estar melhor !!
Choveu um bom tempo sem parar.... dois dias ... heheheheh tá um frio do caramba bas a chuva já foi embora .... tá um sol lindo mas o frio continua ... parece que vai fazer frio até o fim da semana que vem .,.... Eu acho que vou congelar !!!!

Bem pessoal ... eu fico por aqui.... depois eu escrvo mais OK!!! Mil beijos a todos!!!
enviada por Entendida



07/09/2003 09:30
Que vontade de encher essa cara de bolacha

por Suzy Capó 3/9/2003


Este ano a comunicação visual do Festival Mix Brasil 11 será criada a partir de imagens do público. Ou seja, todas as peças gráficas (catálogos, posters, postais, banners) e o filme que abre todas as sessões do evento trarão retratos de pessoas que frequentam e/ou simpatizam com o Festival. O conceito da campanha é "a unidade faz diferença" e as fotos devem ser enviadas espontaneamente pelo próprio público, incentivado pela campanha "Mix Brasil: o festival que tem a sua cara". A campanha foi lançada pela Internet há alguns dias e há um fotógrafo circulando pelo Espaço Unibanco de Cinema e Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, onde estão sendo realizadas as sessões do Mix Brasil dentro do 14o Festival de Curtas Metragens de São Paulo.
Quando propuseram a campanha, Eder de Oliveira e Pedro Paulo de Souza, da Curau Design, nos apresentaram estudos para que visualizássemos a cara que teriam essas peças, ou seja a cara que teria o Festival. De acordo com esses estudos, nosso público seria jovem e com uma quantidade equilibrada de mulheres e homens. Mas a julgar pelas imagens que já temos, as mulheres formam menos de um terço de nosso público - uma pena, já que a programação do Festival deve refletir essa proporção, privilegiando filmes e vídeos com temática gay, a despeito da grande quantidade de trabalhos produzidos por lésbicas, especialmente nos Estados Unidos e no Canadá.
A dificuldade de conquistar o público feminino não é uma novidade pra gente. Na primeira edição do Festival, em 1993, tínhamos a impressão que atingiríamos todo tipo de público, tamanha a receptividade alcançada pelos trabalhos exibidos no MIS. Tanto que criamos no ano seguinte a sigla GLS, justamente para descrever nosso público formado por gays, lésbicas e simpatizantes. Ao longo dos anos, no entanto, as lésbicas foram se afastando. Hoje é bem possível que a proporção de frequentadoras heterossexuais e homossexuais seja a mesma.
É claro que sempre nos perguntamos "onde foi que erramos". Durante os anos em que a equipe do Festival era basicamente masculina, a programação voltada para lésbicas talvez tenha sido um pouco negligenciada. Mesmo assim, a presença de trabalhos sobre a temática lésbica sempre foi mais expressiva que esse público. Bolachas foram protagonistas de pelo menos dois filmes de abertura do festival e desde a quarta ou quinta edição do festival foram criados programas de curtas lésbicos, o que supostamente deixaria as meninas mais à vontade.
Apesar do empenho em trazer para o Brasil filmes e vídeos com temática lésbica, o público não correspondeu na mesma proporção. E à medida que as filas de rapazes na porta do cinema cresciam, diminuiam nas telas os beijos entre mulheres. O Festival passou a ter uma cara mais gay, na perspectiva do público e da própria equipe do Festival.
Em 2002, numa tentativa de resgatar nosso público feminino, foram programados vários longas de temática lésbica. Eram filmes fortes, bem realizados, alguns destacavam-se inclusive entre os longas-metragens exibidos no Festival, tais como "O Poder da Sedução", de Laura Nix, e "Inocência Perdida", de Lawrence Ah Mon. Havia até um pornô feito por lésbica e para lésbicas, "Sugar High Glitter City", e um documentário sobre "mullets", corte de cabelo que faz muito sucesso entre as bolachas.
O retorno foi decepcionante. A impressão era de que a população bolacha de São Paulo nem sabia que havia um Festival de cinema sendo realizado. E das minhas amigas ouvi muita desculpa esfarrapada do tipo "mas nesse horário é impossível', embora todos os filmes tenham sido exibidos mais de uma vez e em pelo menos um "horário nobre". Como os rapazes não estão nenhum pouco interessados em assistir produções lésbicas, ótimos filmes passaram desapercebidos no Brasil, perdendo a chance de encontrar distribuição e portanto alcançar um público bem mais amplo e diversificado.
Ao programar a seção do Mix Brasil no festival de Curtas-Metragens de São Paulo achei que teria a oportunidade de reverter a (baixa) expectativa em relação às bolachas entre os programadores do Festival. Afinal, este é praticamente o ano da visibilidade lésbica no Brasil e no mundo, com garotas trocando beijos de língua e juras de amor no palco, Internet e televisão. Além disso, a maioria dos filmes lésbicos selecionados abordavam questões relacionadas à homossexualidade na adolescência e, pelo que tenho visto nas ruas, nos clubes e nos bares, são as bolachas mais jovens que têm dado as caras.
Mas, novamente, a programação do Mix Brasil está passando desapercebida pelas bolachas paulistanas. Embora tenha recuperado com essa mostra os nossos simpatizantes (incluindo aí mulheres heterossexuais), as meninas não estão mostrando a cara, nem nas salas de cinema, nem nas fotos que vão dar a identidade visual à nossa 11a edição. É verdade que conseguimos uma adesão feminina bem superior ao que esperávamos, mas ainda não é suficiente para criar a imagem da diversidade sexual, a essência do Festival Mix Brasil. No rosto que ilustra nossa campanha, estão crescendo pêlos, os ossos são mais proeminentes, a pele é mais áspera. E juro que dá a maior vontade de encher essa cara de bolacha!


Ps: se você quiser dar sua cara, preencha a autorização de uso de imagem que está no site do festival (www.mixbrasil.org) e envie junto com sua foto para Associação Cultural MixBrasil. Rua Luminárias, 114. Sumarezinho. CEP 005439-000


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07/09/2003 09:10




Oi Pessoal Tudo bem ?
Comigo está ótimo estou trabalhando das 7 da tarde as 11 da noite .....
Entrei na academia ... muito legal .... chego no sesc as 6 malho até as 7 e vou trabalhar .... hehehehehe
bem ... pessoal ... um grande beijo pra vcs ...
Até mais ...
Essa imagem aí e cima eu que fiz e podem ficar a vontade pra usar se quiserem ...
Beijos ....

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02/09/2003 22:32
Oi Pessoalzinho ..........
Bem ... de volta a rotina ... mamãe foi embora ......
Meu amor passou o fim de domingo e ontem aqui comigo .... Pessoal vcs não fazem idéia como faz frio por aqui !!!!!!!!!
Pelo amor de Deus .... é muito frio ....... !!!!!!!!
bem vcs viram nas fotos como minha mãe está encapotada né ....
Bem aqui vão mais algumas fotos .....











enviada por Entendida



02/09/2003 22:30
Oi Pessoalzinho ..........
Bem ... de volta a rotina ... mamãe foi embora ......
Meu amor passou o fim de domingo e ontem aqui comigo .... Pessoal vcs não fazem idéia como faz frio por aqui !!!!!!!!!
Pelo amor de Deus .... é muito frio ....... !!!!!!!!
bem vcs viram nas fotos como minha mãe está encapotada né ....
Bem aqui vão mais algumas fotos .....











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31/08/2003 07:52
Bem ..... essa aqui é minha mamãe......



Minha mãe e meu irmão.



Eu e minha mãe.




enviada por Entendida



31/08/2003 07:49
Gostaram da minha da minha casa?
"É pobre mais é limpinha" heheheheheheheh
bem brincadeirinhas a parte ela tá bem melhor do que estava....





Essa é a minha casinha ......!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
enviada por Entendida



30/08/2003 20:48
Ai gente eu to numa super dívida com vcs né .... faz um tempão que eu não posto nadica de nada !!!!! Desculpe .... só pra compensar ... eu vou postar um monte !!!
Bem ... minha mãe acaba de me visitar ... chegou quinta feira ....
Hoje fomos fazer um super passeio

Essa é a minha casa olha pessoal !!!!



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22/08/2003 17:22
Ração gay para cachorros e gatos


por Mike Wilke

22/08/03 GLSPLANET.COM


Ao mesmo tempo em que Bruiser, o cachorrinho gay do filme Legalmente Loura 2 fazia sucesso no verão americano, a empresa Del Monte Pet Products lançava sua campanha publicitária dirigida aos gays e lésbicas que adoram seus animais de estimação.
A empresa mostrou sua marca Pounce and Pup-Peroni em eventos gays realizados em Nova Iorque, Los Angeles e São Francisco, onde distribuiu amostras de ração e porta-retratos para cachorros para as pessoas que participavam de uma pesquisa, oferecendo também água para cãezinhos sedentos. Os pacotes de amostras vazios, ou seja, cujos donos deram a ração aos seus cães.

E não parou por aí: anúncios que mostravam um buldogue francês descansando na grama perto de seu dono, com o slogan "Seu orgulho. A alegria dele" foram publicados em revistas gays americanas. A cor forte usada no fundo era realçada por pegadas de cães e gatos e ilustrações das logomarcas dos produtos.

As pessoas que se cadastraram durante os eventos vão receber emails durante todo o restante deste ano. E em outubro, as duas marcas também vão estar presentes no evento anual que vai homenagear a atriz Whoopi Goldberg no New York City Lesbian, Gay, Bisexual & Transgender Community Center.

Por quê todo este investimento no mercado pet GLS? A resposta vem do vice-presidente de marketing da Del Monte Pet Products, Jeff Watters, que lança até uma teoria: "Os gays têm uma ligação muito emocional com seus animais de estimação, mais forte do que a população em geral. Há um ano, resolvemos analisar profundamente neste nicho de mercado e vimos que a comunidade gay estava sendo completamente mal servida e negligenciada no que diz respeito ao nosso tipo de produto". E completa: "Somos líderes de mercado em nossa categoria e acreditamos que temos muito a oferecer (ao mercado gay) e eles têm muito a os oferecer também".

Teorias parecem não faltar para justificar o investimento em donos homossexuais de cães e gatos. Watters, que trabalhou na campanha com a Young & Rubicam e com o consultor Harold Levine em pesquisas de mercado, revela uma teoria interessante: Gays e lésbicas têm provavelmente o tipo de casa parecido com um ninho vazio onde o cão ou gato ocupa o lugar de "criança" peluda, sendo este um apelo fundamental para esta comunidade. Watters completa: "Gatos e cachorros não fazem julgamento sobre o estilo de vida dos proprietários".

Nota: Pela primeira vez em 3 anos tenho que discordar da linha de raciocínio do autor Mike Wilke. Ele acredita que toda iniciativa de abordagem do mercado gay deve ser considerada benéfica, mas francamente! Como foi realizada esta pesquisa de mercado para se chegar a estas teorias de comportamento GLS? Vou dar um exemplo: sou lésbica e eu e minha namorada temos aqui em casa 3 cachorros e 5 gatos. Escolhemos a melhor ração. Temos duas vizinhas e grandes amigas heterossexuais, casadas, etc., uma delas tem 8 cachorros e 3 gatos, a outra 6 cachorros e quer gatos. Todos nós, incluindo os maridos delas, gostamos imensamente dos nossos animais, trocamos informações, pesquisas, dicas de adestramento e damos a mesma ração. De onde saiu esta pesquisa de mercado? Não parece uma forma de justificar o direcionamento de um produto que não é dirigido ao mercado gay passar a ser indispensável a ele?




enviada por Entendida



22/08/2003 17:22
Ração gay para cachorros e gatos


por Mike Wilke

22/08/03 GLSPLANET.COM


Ao mesmo tempo em que Bruiser, o cachorrinho gay do filme Legalmente Loura 2 fazia sucesso no verão americano, a empresa Del Monte Pet Products lançava sua campanha publicitária dirigida aos gays e lésbicas que adoram seus animais de estimação.
A empresa mostrou sua marca Pounce and Pup-Peroni em eventos gays realizados em Nova Iorque, Los Angeles e São Francisco, onde distribuiu amostras de ração e porta-retratos para cachorros para as pessoas que participavam de uma pesquisa, oferecendo também água para cãezinhos sedentos. Os pacotes de amostras vazios, ou seja, cujos donos deram a ração aos seus cães.

E não parou por aí: anúncios que mostravam um buldogue francês descansando na grama perto de seu dono, com o slogan "Seu orgulho. A alegria dele" foram publicados em revistas gays americanas. A cor forte usada no fundo era realçada por pegadas de cães e gatos e ilustrações das logomarcas dos produtos.

As pessoas que se cadastraram durante os eventos vão receber emails durante todo o restante deste ano. E em outubro, as duas marcas também vão estar presentes no evento anual que vai homenagear a atriz Whoopi Goldberg no New York City Lesbian, Gay, Bisexual & Transgender Community Center.

Por quê todo este investimento no mercado pet GLS? A resposta vem do vice-presidente de marketing da Del Monte Pet Products, Jeff Watters, que lança até uma teoria: "Os gays têm uma ligação muito emocional com seus animais de estimação, mais forte do que a população em geral. Há um ano, resolvemos analisar profundamente neste nicho de mercado e vimos que a comunidade gay estava sendo completamente mal servida e negligenciada no que diz respeito ao nosso tipo de produto". E completa: "Somos líderes de mercado em nossa categoria e acreditamos que temos muito a oferecer (ao mercado gay) e eles têm muito a os oferecer também".

Teorias parecem não faltar para justificar o investimento em donos homossexuais de cães e gatos. Watters, que trabalhou na campanha com a Young & Rubicam e com o consultor Harold Levine em pesquisas de mercado, revela uma teoria interessante: Gays e lésbicas têm provavelmente o tipo de casa parecido com um ninho vazio onde o cão ou gato ocupa o lugar de "criança" peluda, sendo este um apelo fundamental para esta comunidade. Watters completa: "Gatos e cachorros não fazem julgamento sobre o estilo de vida dos proprietários".

Nota: Pela primeira vez em 3 anos tenho que discordar da linha de raciocínio do autor Mike Wilke. Ele acredita que toda iniciativa de abordagem do mercado gay deve ser considerada benéfica, mas francamente! Como foi realizada esta pesquisa de mercado para se chegar a estas teorias de comportamento GLS? Vou dar um exemplo: sou lésbica e eu e minha namorada temos aqui em casa 3 cachorros e 5 gatos. Escolhemos a melhor ração. Temos duas vizinhas e grandes amigas heterossexuais, casadas, etc., uma delas tem 8 cachorros e 3 gatos, a outra 6 cachorros e quer gatos. Todos nós, incluindo os maridos delas, gostamos imensamente dos nossos animais, trocamos informações, pesquisas, dicas de adestramento e damos a mesma ração. De onde saiu esta pesquisa de mercado? Não parece uma forma de justificar o direcionamento de um produto que não é dirigido ao mercado gay passar a ser indispensável a ele?




enviada por Entendida



15/08/2003 12:44
:: Protestantes do Canadá apóiam casamento gay

A maior denominação protestante do Canadá, a Igreja Unida, decidiu nesta quinta-feira, 14/8, em sua convenção anual que apóia o casamento entre pessoas do mesmo sexo e vai pressionar o governo para que aprove imediatamente a nova legislação.

A Igreja Unida do Canadá foi fundada em 1925 como uma união entre as igrejas Metodista, da Congregação e Presbiteriana e tem cerca de 3 milhões de fiéis no país. Em 1988 se tornou a primeira congregação do mundo (excetuando-se as igrejas gays) a ordenar pastores gays e lésbicas, o que causou um cisma da ala mais conservadora. Em 1992 criou uma liturgia para abençoar uniões de casais do mesmo sexo.

A posição da Igreja Unida a coloca em confronto direto com os bispos católicos canadenses, que chegaram a ameaçar o primeiro-ministro com a excomunhão e o inferno depois da morte caso aprove a lei que dá direitos iguais a casais homossexuais.









enviada por Entendida



15/08/2003 12:43
:: Mario Vargas Llosa escreve contra homofobia do Vaticano





O escritor peruano Mario Vargas Llosa escreveu artigo, publicado no jornal espanhol El País deste domingo, onde critica fortemente o documento do Vaticano que condena as uniões entre homossexuais. Llosa afirma que não surpreendeu a reafirmação da doutrina tradicional da igreja católica, que condena o amor entre pessoas do mesmo sexo, mas a veemência do texto assinado pelo cardeal

Ratzinger e aprovado pelo papa, que exorta parlamentares de todo mundo a lutarem contra a aprovação de leis que permitam a legalização destas uniões. Llosa disse que os argumentos utilizados são semelhantes aos que a igreja da idade média usava para enviar infiéis à fogueira e lembrou que essa mesma igreja humilhou sistematicamente as mulheres e condenou o divórcio.

Chamou as doze páginas do documento de “doutrina homofóbica anacrônica” e lembrou a postura da igreja de ocultar os milhares de casos de pedofilia de padres católicos, que serviria para ilustrar a “insensatez de impor uma ortodoxia sexual”.

enviada por Entendida



15/08/2003 12:40
:: Pai homossexual ganha custódia dos filhos na Argentina



A juíza da 4a Vara de Família da cidade de Córdoba, na Argentina, recusou o pedido de custódia dos dois filhos de uma mulher que alegava “risco moral” pelo fato de morarem com o pai e seu namorado.

Silvia Morcillo determinou que as crianças, que vivem com o pai e seu companheiro há 4 anos, eram educadas de maneira exemplar e não encontrou fatos que justificassem a modificação do da custódia pré-estabelecida. Várias testemunhas confirmaram as boas condições sócio-ambientais em que vivem e o excelente rendimento escolar de ambos.

Uma assistente social que acompanhou o caso alegou que a mãe esteve ausente da vida das crianças nos últimos tempos.

A juíza determinou que se mantivesse o atual regime de visita, que garante à mãe os finais de semana e outros dias durante a semana. Mas o pai afirma que ela não o utiliza.

Quando o casal se divorciou primeiramente a mãe teve a custódia das crianças, mas posteriormente solicitou que o pai passasse a ter a guarda das crianças, justificando problemas de saúde.







enviada por Entendida



15/08/2003 12:39
Olá pessoal!!!!! FAz tempo que não posto né!!!
Tava numa depres'~ao total ... uma chateação só!!! Tava meio mal meio donw mas agora eu to bem melhor !!!
Nossa foi uma semana de reflexões esperas e pensamentos e muita leitura também.
Li Ao s\mesmo Tempo "Lua de Prata" e "O terceiro travesseiro". Os dois muito bons livros fora também "Harry Poter e a pedra filosofal" Devorei todos os 3 livros numa semana, em menos até ... tomara que eu continue nesse pique para ler os textos que eu tenho que ler para a faculdade!
Minha mãe vem me visitar no dia 28 de agosto daqui quase duas semanas.
Vamos ver como vai ser esses dias que ela estiver aqui! Se vai dar certo dela conhecer a Lúcia, que ela já disse estar interessadissima em.
As aulas voltaram com força total. Trabalhos leituras e mais trabalhos! O no sesc eu to de folga. Semana que vem eu volto ... tomara que com força total também e com o material que eu pedi comprado! Se não não tem acordo eu não posso trabalhar sem material! Bem pessoal é isso ! Estou postando aqui da faculdade ! To no laboratório de imformática! Meu irmão está aqui do meu lado no outro micro ! Hehehehehe Essa semana eu fui jantar lá no ap dele foi bem divertido! Eu adorei ! Fizemos janta, jogamos xadrez foi muito legal, foi divertido.
bem ... deixo vcs por aqui ....
Até mais
enviada por Entendida



13/08/2003 20:04




Mulher ganha beijo de Sharon Stone por 50 mil dólares

Uma fã recebeu um beijo de língua de 45 segundos de Sharon Stone durante um leilão de caridade em Los Angeles.

Aliás foi a própria atriz que sugeriu o beijo.
Joni Rimm deu o lance inicial de 40 mil dólares para o Instituto Angel Food que fornece comida para pessoas com AIDS, mas Sharon Stone pediu que ela aumentasse o valor em troca de um beijo.

A fã topou na hora e ganhou o privilégio de ser beijada pela mulher mais cobiçada de Hollywood.

Sharon não fez por menos, agarrou o rosto de Joni e beijou-a fortemente, enquanto os convidados "miavam", segundo testemunhas.

Um dos presentes disse que a fã ficou extasiada com o beijo "tal como um leite cremoso para uma gata faminta.."

Mais de 1000 dólares por segundo de um beijo.
Não é a primeira vez que Sharon beija uma mulher.
A atriz fez o papel de uma escritora bissexual em Instinto Selvagem e era "esposa" de Ellen DeGeneres em Desejos Proibidos.

Os rumores dão conta que depois que ela se separou do jornalista Phill Bronstein ela está adotando um estilo "sáfico"..

enviada por Entendida



07/08/2003 09:43
EUA: Igreja elege o primeiro Bispo gay

Foi ratificada ontem a apovação do primeiro bispo gay assumido nos Estados Unidos.
O nome de Gene Robinson foi votado por 62 dos 107 bispos da Igreja Episcopal - nome da Igreja Anglicana nos Estados Unidos, detentora de uma rede de 77 milhões de fiéis em todo o mundo.
A nomemação do bispo havia sido adiada por causa de uma suposta denúncia de abuso sexual - que foi apurada como não procedente pelo conselho.
O Bispo de New Hampshire, 56 anos, divorciado com dois filhos, tem um namorado há 13 anos:"Estou orgulhoso de estar em uma igreja que trabalha para ser um lugar seguro para todas as crianças de Deus - disse Robinson, em agradecimento aos que votaram em seu favor.

A trajetória da nomeção do primeiro bispo homossexual assumido dos EUA, tornou-se um embate para o Arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, que tem uma postura favorável a gays e tenta evitar um racha entre os milhões de anglicanos.

Ele fez um apelo às lideranças para evitarem tomar qualquer atitude que ameaçasse a unidade anglicana.


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07/08/2003 09:41
Sexólogo americano discute Erros da Psiquiatria com Gays na Bahia

Salvador vai ser palco de uma dicussão fundamental para o movimento gay: os erros da psiquiatria ao tentar "curar" a homossexualidade.
As palestras serão ministradas pelo sexólogo americano Dr. Charles Silverstein, um dos mais respeitados psiquiatras de Nova York, a convite do Grupo Gay da Bahia (GGB).

Silverstein um dos maiores especialista em terapia positiva para homossexuais e autor do primeiro guia sobre erotismo gay, estará em Salvador de 11 a 16 de agosto, concedendo coletiva para a imprensa e tv no dia 11,3a feira, às 16hs, na Sede do GGB.
Na 3a feira, 12/08 às 18hs, fará conferencia (com tradução simultânea) sobre "Os erros da psiquiatria na tentativa de curar a homossexualidade" .

Durante sua estada na Bahia ele vai conversar com a direção do CREAIDS sobre a situação do HIV/Aids entre os homossexuais e visitar os principais bares, boites e saunas gays de Salvador para escrever artigo sobre a cena gay na Bahia.

Informações:
GGB (Rua Frei Vicente, 24 Pelourinho (71) 9989.4748 328.2262.


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07/08/2003 09:40
EUA: Conselho de advogados quer mudar as leis para favorecer a adoção gay

O maior grupo de advogados dos Estados Unidos, American Bar Association, se reúne hoje para discutir a abertura das leis em relação a casais gay e adoção.
Composto por 408 mil advogados em todo o país, a ABA, tem como pauta o suporte a leis que favoreçam a adoção por casais GLS e a ampliação dela para inclusão de um segundo pai ou mãe homo ou hétero.
Alguns estados americanos permitem que apenas uma pessoa possa ser eleita pai ou mãe adotivo, mesmo que a criança seja criada por dois adultos do mesmo sexo ou heterossexuais não casados.

A nova mentalidade acontece em função de veredictos progressistas da Justiça americana em relação a pais gays, como o mais recente, o caso da ex-companheira de uma mãe, com dois filhos, que ganhou na Califórnia autorização a obter oficialmente direito a adoção como segundo parente (segunda mãe).

Atualmente oito estados e o Distrito de Colúmbia têm lei similar ao que propõe a ABA ou jurisprudências nests sentido, como California, Connecticut, Indiana, Massachusetts, Nova Jersey, Nova Iorque, Pensilvânia, e Vermont, permitindo a adoção para um segundo pai ou mãe.

A situação em outros 19 estados é a de que mesmo sem premissão casais gays conseguem obter direito a adoção, variando conforme a predisposição do juri.

No entanto, a Florida proíbe adoção para tanto uma pessoa ou casal homossexual, Mississipi veta adoção por casal gay e em Utah somente casais heterossexuais oficialmente casados podem adotar, excluindo-se quaisquer outras combinações.

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07/08/2003 09:39
Corte da Califórnia permite adoção por "segunda mãe"

A Corte da Califórnia em veredito envolvendo processo de adoção pela ex-companheira de uma lésbica acaba de abrir um precedente histórico na evolução dos direitos de um segundo parente,no caso do mesmo sexo, à adoção gay nos Estados Unidos.
Sharon S. - a mãe biológica - e Annete F. criaram dois filhos gerados por inseminação artificial, no entanto após a separação, Sharon pediu para interromper o processo iniciado pela companheira.

Annete já havia sido declarada oficialmente mãe adotiva do primeiro filho, Zachary, 6 anos, em comum acordo com a companheira e recorreu à Justiça para ter direito de adoção de Joshua,3 anos, o mais novo.
O processo que havia sido negado, foi reavaliado na Justiça, dando vitória à "segunda mãe".

A conclusão do juri de San Diego, Califórnia, é de que "a adoção por um segundo parente é possível à medida que assegura as necessidades da criança de dois pais. "

Grupos ativistas acreditam que há 10 mil casais homossexuais com filhos no país e a decisão irá promover avanços enormes pela adoção gay, podendo se expandir até outros graus de parentesco.

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06/08/2003 10:49
Bom Dia Pessoal ... como estão?
Eu estou bem ...... Fui fazer exames de sangue hoje :-( . Tá dodói.....
Mas estou bem ... copmo já havia dito é só um controle dos tais do hormonios..... coisa sen graça não acham?
Hoje o dia está bem chuvoso ... tá gostoso assim ... bem tranquilo!!!!
propício para um soninho ........ Mas tenho que trabalhar ... soninho depois ....
heheheheheehehehehehehehehhehe






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